Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Câmara aprova proibição de casamentos antes dos 16 anos em nova legislação

Câmara dos Deputados avança em projeto que anula casamentos de menores de 16 anos, reforçando proteção aos direitos da infância.

A deputada federal Ana Paula Lima. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)
0:00
Carregando...
0:00
  • A Comissão de Previdência da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que anula casamentos de pessoas com menos de 16 anos.
  • A proposta altera o Código Civil, eliminando exceções que permitiam o matrimônio em casos como gravidez.
  • O projeto seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania para análise.
  • A relatora, deputada Ana Paula Lima, apoiou a proposta da deputada Laura Carneiro e rejeitou a proposta que permitia o casamento com a autorização de apenas um dos pais.
  • A nova legislação mantém a exigência de autorização conjunta de ambos os pais, visando proteger os direitos dos adolescentes.

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira, 17, um projeto de lei que visa anular casamentos de pessoas com menos de 16 anos. A proposta altera o Código Civil, eliminando exceções que permitiam o matrimônio em casos como gravidez.

O texto agora seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, onde será avaliado em caráter conclusivo. Para se tornar lei, a proposta ainda precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. A relatora, deputada Ana Paula Lima (PT-SC), apoiou o projeto da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) e rejeitou a proposta do deputado Dr. Fernando Máximo (União-RO), que buscava facilitar o casamento com a autorização de apenas um dos pais.

A nova legislação mantém a exigência de autorização de ambos os pais para menores de idade, reforçando a posição de que a autorização conjunta é essencial. A relatora destacou que a manutenção dessa exigência é recomendável, pois visa proteger os direitos dos adolescentes.

Com essa mudança, o Brasil se alinha a uma tendência global de proteção dos direitos da infância e adolescência, buscando garantir que os jovens não sejam submetidos a decisões tão significativas sem a devida maturidade e consentimento familiar.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais