- O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, anunciou que deixará o cargo em março de 2026, um mês antes do prazo para se desincompatibilizar.
- A saída tem como objetivo fortalecer a candidatura do vice-governador Mateus Simões, que atualmente tem baixa intenção de votos, entre 2% e 3%.
- Simões afirmou que assumir o governo é essencial para sua campanha, destacando que isso o obrigará a concorrer à eleição.
- O cenário político em Minas Gerais é competitivo, com o senador Cleitinho Azevedo e o deputado federal Nikolas Ferreira liderando as intenções de voto, chegando a 40% em algumas pesquisas.
- Zema, que é favorito na disputa ao Senado com mais de 50% das intenções de voto, também é cogitado como pré-candidato à Presidência em 2025, buscando apoio de partidos de direita.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), anunciou que deixará o cargo em março de 2026, um mês antes do prazo para se desincompatibilizar e concorrer a outra posição nas eleições. A decisão visa fortalecer a candidatura do vice-governador Mateus Simões, que atualmente enfrenta baixa intenção de votos, variando entre 2% e 3% nas pesquisas.
Simões, que é pré-candidato para suceder Zema, afirmou que sua ascensão ao governo é crucial para sua campanha. “Com isso, eu assumo governo, o que faz com que eu só tenha uma alternativa: concorrer à eleição”, declarou. O cenário político em Minas Gerais é competitivo, com o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) liderando as intenções de voto, alcançando até 40% em algumas pesquisas.
Cenário Político
Zema, que encerra seu segundo mandato, é o favorito na disputa ao Senado, com mais de 50% das intenções de voto, segundo o Paraná Pesquisas. No entanto, ele já expressou que não tem interesse em concorrer ao Senado, considerando que não possui perfil para o Legislativo. O governador também é cogitado como pré-candidato à Presidência em 2025, com o apoio do partido Novo.
A estratégia de Zema inclui a formação de uma aliança de direita, buscando apoio do bolsonarismo e do empresariado. Caso um grande acordo entre partidos de direita ocorra, Zema poderia aceitar uma candidatura ao Senado para garantir uma cadeira ao seu grupo político, mesmo que isso signifique uma futura posição no Executivo, caso vença a disputa presidencial.
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