- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, enfrenta novas acusações de irregularidades em seu gabinete.
- O Ministério Público solicitou a investigação sobre a contratação de três funcionárias fantasmas.
- As funcionárias receberam R$ 112 mil em 2025, apesar de não terem registro e desempenharem atividades incompatíveis com seus cargos.
- Após a denúncia, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, Motta demitiu duas das funcionárias.
- A investigação visa verificar a veracidade das alegações e a possível responsabilização de Motta.
Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, enfrenta novas acusações de irregularidades em seu gabinete. O Ministério Público solicitou, na quarta-feira (16), a investigação sobre a contratação de três funcionárias fantasmas, que receberam R$ 112 mil em 2025. A denúncia foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo.
As funcionárias, que supostamente trabalhavam 40 horas semanais, não tinham registro e desempenhavam atividades incompatíveis com seus cargos. Após a divulgação da reportagem, Motta demitiu duas delas. A situação levanta questões sobre a transparência e a ética na gestão do parlamentar.
A investigação do Ministério Público se concentra em verificar a veracidade das alegações e a possível responsabilização de Motta. Este não é o primeiro desafio enfrentado pelo presidente da Câmara, que já foi alvo de críticas e investigações anteriormente. A continuidade do caso poderá impactar sua imagem e a confiança do público em sua liderança.
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