- A Colômbia acusou o Peru de se apropriar da ilha de Santa Rosa, no Rio Amazonas, aumentando a disputa territorial entre os países.
- A crise se intensificou em cinco de agosto de 2025, após a criação do distrito de Santa Rosa de Loreto pelo governo peruano.
- O presidente da República da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que o Peru violou um tratado de fronteira ao incluir a ilha na nova jurisdição.
- O Ministério das Relações Exteriores do Peru defendeu que a ilha pertence ao país desde mil novecentos e vinte e nove, conforme decisão da Comissão Mista Demarcadora.
- As relações entre Colômbia e Peru estão tensas desde a destituição do presidente peruano Pedro Castillo em 2022, com interações diplomáticas limitadas.
A Colômbia acusou o Peru de se apropriar da ilha de Santa Rosa, localizada no Rio Amazonas, intensificando uma disputa territorial entre os dois países. A crise, que se agravou nesta terça-feira (5), teve início em 2022, após a destituição do presidente peruano Pedro Castillo, resultando em tensões diplomáticas.
Recentemente, o governo peruano criou o distrito de Santa Rosa de Loreto, que inclui a ilha em questão. A medida irritou as autoridades colombianas, que alegam que a ilha surgiu naturalmente após a assinatura de um tratado de fronteira e deve ser debatida entre os dois países. O presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou em uma publicação que o Peru violou o tratado ao apropriar-se da área.
Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores do Peru defendeu sua posição, afirmando que a ilha pertence ao país desde 1929, conforme decisão da Comissão Mista Demarcadora. O governo peruano destacou que a região, fundada na década de 1970, já conta com administração e serviços públicos peruanos. Apesar disso, a ilha enfrenta problemas de infraestrutura, com a comunidade local vivendo em condições de vulnerabilidade.
A disputa territorial ocorre em um contexto de relações tensas entre Colômbia e Peru, que se deterioraram desde a destituição de Castillo. Desde então, as interações diplomáticas são conduzidas por encarregados de negócios, refletindo a fragilidade das relações bilaterais.
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