- Moradores da Zona Sul do Rio de Janeiro, especialmente em Jardim Botânico e Lapa, reclamam de barulho e aglomeração causados por bares.
- O Ferreirinha, na Rua Jardim Botânico, e o Baecks, em Copacabana, enfrentam novas queixas e autuações por som alto e falta de isolamento acústico.
- O Ferreirinha foi criticado por shows ao vivo que vão até as 3h da manhã, apesar de um acordo para encerrar a música às 22h.
- O Baecks já recebeu 11 autuações e causa incômodos, especialmente em dias de jogos, quando a rua fica lotada.
- A Secretaria de Ordem Pública (Seop) intensificará as fiscalizações nos estabelecimentos mencionados para resolver os problemas.
Moradores da Zona Sul do Rio de Janeiro, especialmente em bairros como Jardim Botânico e Lapa, enfrentam problemas com barulho e aglomeração provocados por bares. Apesar de protocolos de reclamação, como os abertos no 1746, a situação permanece insustentável.
Recentemente, estabelecimentos como o Ferreirinha e o Baecks foram alvo de novas queixas e autuações. O Ferreirinha, localizado na Rua Jardim Botânico, é criticado por shows ao vivo que se estendem até as 3h da manhã. Um morador relatou que, após várias reclamações, um acordo foi feito para que a música não ultrapassasse as 22h, mas o barulho ainda incomoda devido à falta de isolamento acústico. A Secretaria de Ordem Pública (Seop) confirmou que o bar não possui autorização para música ao vivo.
Em Copacabana, o bar Baecks, que já recebeu 11 autuações, é conhecido por causar incômodos com som alto e obstrução de calçadas. Moradores afirmam que a situação piora em dias de jogos, quando a rua se torna um ponto de aglomeração. O presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães, destacou que o problema é generalizado na região.
Tentativas de Solução
No Catete, a Rua Andrade Pertence abriga diversos bares que também geram reclamações. O Sport Bar, por exemplo, é criticado por obstruir a passagem e causar barulho excessivo em dias de jogos. Moradores relataram que as fiscalizações não têm sido eficazes, com agentes chegando após o movimento já ter terminado.
Na Lapa, o Monkey Bar, que opera até as 3h, também enfrenta queixas. Após uma festa que ocupou a rua, o bar tentou melhorar a comunicação com os vizinhos. Embora tenha havido alguma melhora, moradores ainda reclamam do barulho, especialmente de conversas e risadas até altas horas. O proprietário admitiu que, em algumas ocasiões, o som é aumentado em resposta a denúncias.
A Seop anunciou que intensificará as fiscalizações nos bares mencionados, buscando mitigar os problemas enfrentados pelos moradores da região.
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