- Carla Zambelli, deputada federal, está presa na Itália após ser condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
- Desde 29 de julho, ela aguarda a decisão sobre o pedido de extradição ao Brasil.
- Em 27 de setembro, a Corte de Apelação de Roma decidiu manter a prisão, com um laudo médico afirmando que sua saúde permite a detenção.
- A defesa solicitou prisão domiciliar, mas a Justiça adiou a decisão, considerando a falta de vínculos estáveis da deputada com a Itália.
- Zambelli também recebeu uma nova condenação de 5 anos e 3 meses por perseguição armada, resultando na perda de seu mandato parlamentar.
Carla Zambelli, deputada federal, permanece presa na Itália após ser condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Desde 29 de julho, ela aguarda a decisão sobre seu pedido de extradição ao Brasil.
Nesta quarta-feira, 27 de setembro, a Corte de Apelação de Roma analisou a situação da parlamentar. Um laudo médico indicou que sua saúde é compatível com a detenção, apesar de alegações de problemas de saúde, como distúrbios depressivos. A defesa solicitou a conversão da prisão em domiciliar, mas a Justiça adiou a decisão.
Zambelli, que fugiu para a Itália em junho, foi presa em um apartamento alugado em Roma. A Justiça italiana considera que, para a prisão domiciliar, é necessário um endereço legítimo, o que a deputada possui. Contudo, a falta de vínculos estáveis com o país pode complicar sua situação.
A defesa argumenta que a deputada não representa risco de fuga, uma vez que não possui passaporte italiano ou brasileiro. Além disso, as contas de Zambelli estão bloqueadas. O advogado da parlamentar expressou otimismo quanto à possibilidade de liberação, mas a Corte pode decidir por medidas menos restritivas, como comparecimento regular a um posto policial.
Zambelli foi condenada por envolvimento em um crime que incluiu a emissão de um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes. Recentemente, ela recebeu uma nova condenação de 5 anos e 3 meses por perseguição armada a um apoiador do presidente Lula, o que resultou na perda de seu mandato parlamentar. A situação da deputada continua a gerar repercussões significativas no cenário político brasileiro.
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