- O deputado Julio Lopes, do Partido Progressista do Rio de Janeiro, afirmou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) utiliza “ações terroristas” na distribuição de combustíveis no Brasil.
- Lopes destacou que a facção reativa postos inativos como fachada para operações ilegais, utilizando balões coloridos para evitar fiscalizações.
- Segundo o Instituto de Combustível Legal (ICL), mais de mil postos de combustíveis estão sob controle de facções criminosas, incluindo o Comando Vermelho.
- Para combater a sonegação de impostos no setor, Lopes propõe a criação de um Operador Nacional do Sistema de Combustíveis, com apoio do governo Lula.
- O deputado alertou que a sociedade está sob ataque do crime organizado, que investe em distribuidoras e usinas para ocultar suas operações.
O deputado Julio Lopes (PP-RJ) revelou que o PCC (Primeiro Comando da Capital) está utilizando “ações terroristas” na distribuição de combustíveis no Brasil. Durante uma declaração, Lopes destacou que a facção tem reativado postos inativos, utilizando-os como fachada para suas operações ilegais. A informação foi divulgada em meio a uma megaoperação da Polícia Federal, que visa combater a lavagem de dinheiro associada ao crime organizado.
De acordo com o deputado, os postos reativados são identificados por balões coloridos, semelhantes aos usados em festas infantis, que servem para evitar fiscalizações e assaltos. Lopes mencionou que, segundo o Instituto de Combustível Legal (ICL), mais de mil postos de combustíveis já estariam sob controle de facções criminosas, incluindo o Comando Vermelho, que também está se infiltrando no setor.
Proposta de Combate à Sonegação
Para enfrentar essa situação, Lopes propõe a criação de um Operador Nacional do Sistema de Combustíveis, um projeto de lei que visa reduzir a sonegação de impostos no setor. Ele afirmou que a proposta conta com o apoio do governo Lula e é uma resposta à crescente infiltração do crime organizado na economia brasileira.
O deputado enfatizou que a sociedade está “sob verdadeiro ataque do crime organizado”, que tem adotado novas estratégias para lavagem de dinheiro. Além da compra de postos, facções estão investindo em distribuidoras e usinas, utilizando laranjas para ocultar suas operações. A situação exige uma resposta rápida e eficaz das autoridades para proteger a economia e a segurança pública.
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