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Mulher é sentenciada a 16 anos por matar mãe que defendia filha durante briga

Elisabete Elias da Silva é condenada por assassinato brutal, destacando a urgência de combater a violência doméstica e proteger as vítimas

Julgamento de Elisabete Elias da Silva, condenada a quase 17 anos de prisão (Foto: Reprodução)
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  • Elisabete Elias da Silva foi condenada a 16 anos e oito meses de reclusão pelo assassinato de Patrícia Cristina Barbosa, ocorrido em 2023, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio.
  • O crime aconteceu três dias antes do Dia das Mães, quando Patrícia tentava proteger sua filha de Elisabete.
  • A vítima foi atacada com golpes de faca e pauladas após cobrar pensões devidas do ex-companheiro de sua filha.
  • Durante o ataque, Patrícia conseguiu se refugiar em casa, mas foi imobilizada e recebeu uma facada no coração.
  • O juiz Renan de Freitas Ongaratto destacou a brutalidade do crime e a falta de compaixão de Elisabete, que limpou a faca ensanguentada em sua roupa.

O Conselho de Sentença do II Tribunal do Júri da Capital condenou Elisabete Elias da Silva a 16 anos e oito meses de reclusão pelo assassinato de Patrícia Cristina Barbosa, ocorrido em 2023, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. O crime, que chocou a comunidade, aconteceu apenas três dias antes do Dia das Mães, quando a vítima tentava proteger sua filha, Karolina Evelin Barbosa da Cruz, também agredida por Elisabete.

Patrícia foi atacada com golpes de faca e pauladas após cobrar pensões devidas do ex-companheiro de Karolina. Durante o ataque, a vítima conseguiu se refugiar em casa, mas foi imobilizada pelas filhas da agressora e recebeu uma facada no coração. Testemunhas relataram que, após o crime, Elisabete afirmou: “Se ela não morrer hoje, mato amanhã”, evidenciando a frieza do ato.

O juiz Renan de Freitas Ongaratto, que presidiu a sessão, destacou a brutalidade do crime e a indiferença de Elisabete, que limpou a faca ensanguentada em sua roupa. Ele ressaltou que a data do crime, tão próxima ao Dia das Mães, intensificou a gravidade da situação, pois a filha de Patrícia nunca mais poderá celebrar essa data com a mãe. O magistrado afirmou que a culpabilidade de Elisabete merece agravamento devido à sua falta de compaixão e desprezo pela vida alheia.

A condenação reflete a necessidade de justiça em casos de violência doméstica, ressaltando a importância de proteger as vítimas e suas famílias. A comunidade aguarda que a sentença sirva como um alerta sobre a gravidade da violência contra a mulher.

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