- O Ministério Público do Equador acusou dois ex-funcionários do governo de Rafael Correa de serem autores intelectuais do assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio.
- Villavicencio foi assassinado em 2023 por um matador de aluguel colombiano após um comício em Quito, uma semana antes das eleições.
- Os acusados estão fora do país e foram identificados como figuras-chave no planejamento do crime.
- O autor dos disparos foi morto por seguranças do político, e cinco outros envolvidos foram condenados em 2024 a penas de até 34 anos de prisão.
- O caso gerou indignação no Equador e levantou preocupações sobre a segurança dos candidatos durante o período eleitoral.
O Ministério Público do Equador anunciou a acusação de dois ex-funcionários do governo de Rafael Correa como autores intelectuais do assassinato do candidato presidencial Fernando Villavicencio, ocorrido em 2023. Villavicencio, um crítico ferrenho do ex-presidente, foi morto a tiros por um matador de aluguel colombiano após um comício em Quito, apenas uma semana antes das eleições.
Os acusados, que estão fora do país, foram identificados como figuras-chave no planejamento do magnicídio. A Justiça equatoriana ainda não definiu sentenças para os envolvidos, enquanto o autor dos disparos foi abatido por seguranças do político. Além disso, cinco outros implicados foram condenados em 2024 a penas que chegam a 34 anos de prisão.
O assassinato de Villavicencio gerou uma onda de indignação no país e levantou questões sobre a segurança dos candidatos durante o período eleitoral. A investigação revelou que outros seis colombianos supostamente ligados ao crime foram assassinados na prisão, aumentando a complexidade do caso e a necessidade de uma resposta judicial eficaz.
As autoridades continuam a trabalhar para esclarecer todos os aspectos do crime, enquanto a sociedade equatoriana aguarda justiça para um dos episódios mais sombrios da política recente do país.
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