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Michelle Bolsonaro chora em manifestação e denuncia ‘humilhação’ a Jair Bolsonaro

Michelle Bolsonaro critica vigilância policial e defende anistia a envolvidos no golpe de 8 de janeiro durante ato em São Paulo

Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em evento público (Foto: Reprodução)
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  • A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez um discurso no dia 7 de setembro na Avenida Paulista, denunciando a humilhação e a perseguição política enfrentadas por seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • Ela criticou a vigilância policial na residência da família, que, segundo ela, afeta a rotina familiar e vai além das decisões judiciais.
  • Michelle relatou que policiais estão constantemente revistando seu carro ao entrar e sair de casa, questionando a eficácia da vigilância, dado o estado de saúde do ex-presidente.
  • Durante o discurso, ela defendeu a anistia aos envolvidos no golpe de 8 de janeiro e expressou preocupação com a saúde de Jair Bolsonaro e sua capacidade de articulação política.
  • Michelle tem se articulado politicamente e se encontrou com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para discutir possíveis candidaturas nas eleições presidenciais de 2026.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) fez um discurso contundente neste domingo, 7 de setembro, durante um ato na Avenida Paulista, onde denunciou a humilhação e a perseguição política que seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), vem enfrentando. Michelle criticou a vigilância policial imposta à residência da família, que, segundo ela, vai além das decisões judiciais, afetando a rotina familiar.

Ela relatou que policiais estão constantemente na porta de sua casa, revistando seu carro sempre que ela sai ou chega. “Essa humilhação não é só dele, é de todos nós que acreditamos na liberdade e na democracia”, afirmou, emocionada. A ex-primeira-dama descreveu o tratamento dado ao ex-presidente como arbitrário e desproporcional, pedindo que os apoiadores permaneçam firmes diante da situação.

Desde o dia 26 de agosto, a residência da família em Brasília está sob monitoramento da Polícia Penal do Distrito Federal, a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Michelle questionou a eficácia dessa vigilância, ressaltando que Jair Bolsonaro, com 70 anos e sequelas de uma facada, não tem condições de fugir. “Um homem com 70 anos, que recentemente passou por uma cirurgia de 12 horas. Como um homem desse vai pular um muro?” indagou.

Mobilização Política

Além de criticar a situação do ex-presidente, Michelle também defendeu a anistia aos envolvidos no golpe de 8 de janeiro. O julgamento de Jair Bolsonaro e outros réus será retomado pelo STF na próxima terça-feira, 9 de setembro. Ela expressou preocupação com a saúde do ex-presidente e a limitação de sua capacidade de articulação política durante a prisão domiciliar.

Michelle tem intensificado suas articulações políticas e se encontrou recentemente com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), ambos considerados possíveis candidatos nas eleições presidenciais de 2026. Aliados sugerem uma chapa com Tarcísio como candidato a presidente e Michelle como vice, destacando seu apelo entre o eleitorado evangélico.

A ex-primeira-dama concluiu seu discurso enfatizando a importância da presença simbólica de Jair Bolsonaro para seus apoiadores, afirmando que a luta contra a humilhação e a perseguição deve continuar.

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