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Fux vota pela condenação de Braga Netto por ameaçar o Estado Democrático de Direito

Ministro Luiz Fux vota pela condenação de Walter Braga Netto por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito no STF

Ministro da Casa Civil, Walter Braga Netto, em evento oficial (Foto: Reprodução)
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  • O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela condenação do ex-ministro Walter Braga Netto por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.
  • A decisão ocorreu em 10 de setembro e já forma maioria para a condenação de Braga Netto, que é investigado por sua suposta participação em um plano golpista.
  • Fux seguiu a linha do relator, Alexandre de Moraes, e do ministro Flávio Dino, que também votaram pela condenação.
  • A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou provas, incluindo documentos da Operação 142, que indicam a participação de Braga Netto em um núcleo central da organização golpista.
  • O julgamento ainda aguarda os votos de Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, com expectativa de conclusão até 12 de setembro.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela condenação do ex-ministro Walter Braga Netto por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. A decisão foi tomada na quarta-feira, 10 de setembro, e já forma uma maioria para a condenação do general, que é investigado por sua suposta participação em um plano golpista.

Fux, que é o terceiro a votar na Primeira Turma, seguiu a linha do relator, Alexandre de Moraes, e do ministro Flávio Dino, que também votaram pela condenação de Braga Netto. O ex-ministro é acusado de planejar e financiar um atentado contra o ministro Alexandre de Moraes, mas foi absolvido de outras acusações, como dano qualificado e deterioração de patrimônio.

Acusações e Provas

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou documentos, incluindo a Operação 142, que evidenciam a participação de Braga Netto em um núcleo central da organização golpista. A defesa do ex-ministro, por sua vez, nega as acusações, alegando que se baseiam em delações consideradas mentirosas.

O plano de atentado, denominado “Punhal Verde”, visava a morte de Moraes e outras figuras proeminentes, mas não se concretizou devido à suspensão de uma sessão do STF. Fux destacou que a tentativa de assassinato poderia ter gerado uma crise política severa, comprometendo a separação dos Poderes.

Desdobramentos do Julgamento

Os votos de Cármen Lúcia e Cristiano Zanin ainda estão pendentes, e a expectativa é que o julgamento seja concluído até sexta-feira, 12 de setembro. O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus foram absolvidos de todas as acusações, enquanto Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, também foi condenado pelo mesmo crime que Braga Netto.

A decisão do STF representa um passo significativo na luta contra ameaças à democracia brasileira, com a Corte reafirmando sua posição em relação à proteção das instituições e do Estado de Direito.

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