- Valdemar Costa Neto, presidente do PL, afirmou que houve um “planejamento de golpe” em relação à condenação de Jair Bolsonaro, gerando polêmica.
- A declaração foi feita em um evento do PL no último sábado, onde estavam presentes possíveis candidatos à presidência em 2026.
- Após a repercussão negativa, Valdemar recuou e disse que sua fala foi mal interpretada, negando a existência de um golpe.
- Ele reafirmou lealdade a Bolsonaro e garantiu que o PL não desistiu da anistia.
- A ala bolsonarista criticou Valdemar, questionando sua liderança e expressando descontentamento com suas declarações.
Valdemar Costa Neto, presidente do PL, provocou polêmica ao afirmar que houve um “planejamento de golpe” em relação à condenação de Jair Bolsonaro. A declaração, feita no último sábado (13), gerou reações negativas entre os bolsonaristas e levantou especulações sobre o futuro político do ex-presidente.
Após a repercussão, Valdemar recuou e afirmou que sua fala foi mal interpretada. Ele esclareceu que nunca houve um planejamento de golpe e que sua intenção era apenas descrever uma minuta que circulava entre os membros do partido. “O que importa deixar claro é que não houve golpe”, disse ele, reafirmando sua lealdade a Bolsonaro.
A declaração inicial foi feita em um evento do PL que reuniu possíveis candidatos à presidência em 2026, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. A presença de figuras do Centrão, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, intensificou as especulações sobre um possível abandono de Bolsonaro por parte do partido.
A ala bolsonarista reagiu com críticas, questionando a liderança de Valdemar. O deputado Ricardo Salles e o ex-ministro Fabio Wajngarten expressaram descontentamento, enquanto a deputada Caroline de Toni defendeu que não houve golpe em 8 de janeiro, sugerindo que a narrativa atual visa criminalizar a direita.
Valdemar, em resposta às críticas, reafirmou que o PL não desistiu da anistia e que continuará a apoiar Bolsonaro. Ele enfatizou que a decisão sobre a chapa presidencial cabe ao ex-presidente, mesmo enquanto articula alianças com outros partidos para as eleições estaduais.
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