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Derrite rejeita colaboração da PF na apuração do assassinato de ex-delegado-geral

Polícia Civil de São Paulo já identificou um suspeito e está pronta para solicitar prisão temporária, segundo o secretário de Segurança Pública.

Foto: Reprodução
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  • O assassinato do ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, gerou preocupações sobre segurança pública no estado.
  • O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, informou que a Polícia Civil já identificou um dos suspeitos e está pronta para solicitar a prisão temporária.
  • Derrite recusou a ajuda da Polícia Federal, afirmando que a equipe estadual é capaz de conduzir a investigação.
  • A investigação está sob a responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa e do Departamento Estadual de Investigações Criminais.
  • O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, expressou a disposição do governo federal em colaborar, caso necessário.

O assassinato do ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, gerou uma intensa discussão sobre segurança pública no estado. O crime, ocorrido recentemente, levantou preocupações sobre a atuação das forças policiais e o avanço do crime organizado.

Nesta terça-feira, 17, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, anunciou que a Polícia Civil já identificou um dos suspeitos e está pronta para solicitar a prisão temporária. Derrite agradeceu a oferta de apoio da Polícia Federal, mas optou por conduzir a investigação exclusivamente com a equipe estadual. “Todo o aparato do estado é 100% capaz de dar a resposta necessária”, afirmou o secretário.

A investigação está sob a responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Derrite destacou que os policiais estão mobilizados desde o dia do assassinato e não descansarão até que todos os envolvidos sejam capturados. Embora tenha rejeitado ajuda direta da PF, ele reconheceu que informações da União, como dados de balística e inteligência, podem ser úteis.

O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, manifestou a disposição do governo federal em colaborar, ressaltando que o crime organizado representa uma ameaça à soberania. Ele mencionou que a PF possui bancos de dados que podem auxiliar nas investigações, caso necessário. A situação evidencia a tensão entre as esferas estadual e federal na luta contra a criminalidade em São Paulo.

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