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Governo de SP estuda proteção a autoridades contra crime organizado após morte de delegado

Governador de São Paulo propõe proteção automática para autoridades que investigam crime organizado após assassinato de ex-delegado-geral

Polícia investiga o assassinato do ex-delegado geral Ruy Ferraz Fontes (Foto: Reprodução)
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  • O ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi assassinado em Praia Grande no dia quinze de outubro.
  • O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, propôs proteção automática para autoridades que investigam o crime organizado.
  • Fontes atuou por mais de quarenta anos na Polícia Civil e foi um dos principais investigadores do Primeiro Comando da Capital (PCC).
  • O crime foi cometido por homens armados com fuzis, e a motivação ainda não foi esclarecida.
  • A proposta de Tarcísio visa garantir segurança a investigadores ao deixarem seus cargos, em resposta ao aumento da violência contra esses profissionais.

Após o assassinato do ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, o governador Tarcísio de Freitas anunciou a proposta de proteção automática para autoridades que atuam no combate ao crime organizado. O crime ocorreu na tarde de segunda-feira, 15 de outubro, em Praia Grande, onde Fontes foi executado por homens armados com fuzis. A motivação do ataque ainda não foi esclarecida.

Fontes, que atuou por mais de 40 anos na Polícia Civil, foi um dos principais investigadores do Primeiro Comando da Capital (PCC). Durante sua carreira, ele ocupou cargos importantes, como o de delegado-geral entre 2019 e 2022, e liderou divisões como o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e o Departamento de Homicídios. Segundo Tarcísio, Fontes não possuía proteção policial, pois não havia solicitado formalmente ao governo.

Proposta de Mudança na Legislação

A proposta do governador visa avaliar mudanças na legislação para garantir que autoridades com notória atuação no combate ao crime organizado tenham proteção automática ao deixarem seus cargos. Essa medida surge em um contexto de crescente violência contra profissionais que investigam organizações criminosas.

O assassinato de Fontes levanta preocupações sobre a segurança de outros investigadores e a necessidade de um sistema de proteção mais robusto. O governo de São Paulo busca, assim, reforçar a segurança de quem atua na linha de frente do combate ao crime, especialmente em um cenário onde a atuação de facções criminosas continua a desafiar as autoridades.

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