- Criminosos do Comando Vermelho reagiram à megaoperação da Polícia Civil nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 28 de outubro, usando drones para lançar granadas contra policiais.
- A operação resultou em mais de cem prisões, incluindo líderes da facção, e contou com planejamento de sessenta dias.
- Foram apreendidos dez fuzis, duas pistolas, nove motocicletas e rádios comunicadores; não há informações sobre feridos.
- O governador Cláudio Castro disse que a ação é parte de combate ao narcoterrorismo e que a estratégia será mantida com uso de tecnologia e força policial.
- As investigações, que começaram há um ano, incluem alvos em outros estados, como o Pará, e abrangem uma área de cerca de nove milhões de metros quadrados, com aproximadamente duzentos e oitenta mil habitantes.
Criminosos do Comando Vermelho reagiram à megaoperação da Polícia Civil nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 28 de outubro. Durante a ação, que resultou em mais de 100 prisões, os traficantes utilizaram drones para lançar granadas contra os policiais. A operação, que já havia sido planejada por 60 dias, visava desmantelar lideranças do tráfico na região.
De acordo com o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, a retaliação foi registrada em diversos pontos, mas não há informações sobre feridos. Ele destacou a gravidade da situação, afirmando que não se trata apenas de crime comum, mas de narcoterrorismo. Castro reafirmou a continuidade da estratégia de combate ao tráfico, utilizando tecnologia e força policial.
Detalhes da Operação
A operação resultou na prisão de líderes do CV, incluindo Nicolas Fernandes Soares, considerado o operador financeiro de um dos chefes da facção. Além das prisões, as forças policiais apreenderam 10 fuzis, duas pistolas, nove motocicletas e rádios comunicadores. O secretário de Segurança Pública, Victor Santos, ressaltou que a ação é parte de um esforço para corrigir uma desordem em uma área de aproximadamente 9 milhões de metros quadrados, onde vivem cerca de 280 mil pessoas.
As investigações, que começaram há um ano, também visam alvos em outros estados, como o Pará. Santos enfatizou que as forças de segurança do estado estão atuando de forma integrada e que a operação é uma resposta necessária ao crime organizado. Ele lamentou as feridas ocasionadas pela ação, mas reafirmou a importância da operação para a segurança da população.
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