- O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, foi afastado do cargo por 180 dias por decisão judicial, na segunda fase da Operação Copia e Cola, deflagrada pela Polícia Federal, com o afastamento ocorrendo nesta quinta-feira, 6 de novembro.
- O vice-prefeito interino é Fernando Neto, que assume a prefeitura durante o afastamento.
- A investigação apura irregularidades em contratos da saúde vinculados a uma Organização Social, com desdobramentos envolvendo aliados próximos.
- Nessa fase foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva e o sequestro de bens no valor aproximado de R$ 6,5 milhões.
- O Tribunal Regional Federal da Terceira Região autorizou o afastamento após pedido da Polícia Federal; a Câmara Municipal de Sorocaba já foi notificada sobre os desdobramentos.
O prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga, foi afastado do cargo por 180 dias em decisão judicial, durante a segunda fase da Operação Copia e Cola, realizada pela Polícia Federal. O afastamento ocorreu nesta quinta-feira, 6 de novembro, e Fernando Neto assume a prefeitura interinamente. A operação investiga irregularidades em contratos da saúde local, com desdobramentos que envolvem aliados próximos. O afastamento foi determinado pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região após um pedido da PF.
Quem é Rodrigo Manga?
Manga é conhecido como “prefeito tiktoker” por seus vídeos nas redes sociais, divulgando os projetos de Sorocaba e as ações da própria gestão. Rodrigo Manga tem mais de 6 milhões de seguidores somando o Instagram e o TikTok.
Nesta quinta, ele comentou sobre a situação em suas plataformas, alegando que sua saída do cargo é uma tentativa de barrar sua ascensão política. Durante a operação, o empresário Marco Silva Mott, amigo de Manga e suspeito de ser lobista, foi preso. Sua defesa contesta a prisão, alegando que ocorreu com base em suposições.
Detalhes da Operação
A Operação Copia e Cola visa desarticular uma organização suspeita de desvio de recursos públicos na área da saúde por meio de uma Organização Social. Nesta fase, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva. Além disso, a Justiça determinou o sequestro de bens no valor aproximado de R$ 6,5 milhões.
A Câmara Municipal de Sorocaba já foi notificada sobre os desdobramentos da operação. As investigações iniciais, que começaram em abril, revelaram novas pessoas e empresas envolvidas no esquema de corrupção. A PF continua a apurar irregularidades nos contratos relacionados à saúde, buscando evidências de desvio de dinheiro.
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