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Sete chefes do Comando Vermelho são transferidos para presídios federais

Sete chefes do tráfico ligados ao Comando Vermelho são transferidos para presídios federais de segurança máxima, elevando para quarenta e dois o total de lideranças transferidas pelo governo do estado

Crédito: Rogério Santana/Divulgação
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  • Sete líderes do Comando Vermelho foram transferidos nesta quarta-feira, 12 de novembro, para presídios federais de segurança máxima, com escolta pesada e embarque no Aeroporto do Galeão; o destino não foi divulgado.
  • A ação ocorre após uma operação policial nas comunidades da Penha e do Alemão que deixou 121 mortes.
  • O governo do estado solicitou as transferências para desarticular a facção criminosa; já são 42 lideranças transferidas desde o início da gestão.
  • Os detentos, que estavam no presídio de Bangu 1, foram levados sob forte escolta para o Galeão; a transferência foi autorizada pela Justiça fluminense na semana passada.
  • O governador Cláudio Castro afirmou que não vão permitir que o Rio de Janeiro vire um resort do crime; o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que o estado tem 66 detentos de alta periculosidade sob custódia federal.

Sete líderes do Comando Vermelho foram transferidos nesta quarta-feira, 12 de novembro, para presídios federais de segurança máxima. A ação ocorre após uma operação policial nas comunidades da Penha e do Alemão, que resultou em 121 mortes. O governo do estado do Rio de Janeiro solicitou as transferências como parte de uma estratégia para desarticular a facção criminosa.

Os detentos, que estavam no presídio de Bangu 1, foram levados ao Aeroporto do Galeão sob forte escolta policial, com viaturas e agentes armados. O destino dos presos não foi revelado, mas a transferência foi autorizada pela Justiça fluminense na semana passada. Com essa ação, o governo estadual já transferiu 42 líderes criminosos para presídios federais desde o início de sua gestão.

Medidas de Segurança

O governador Cláudio Castro (PL-RJ) afirmou nas redes sociais que a transferência é parte do esforço contínuo para combater o crime no estado. “Não vamos permitir que o Rio de Janeiro vire um resort do crime”, destacou. O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que o Rio agora possui 66 detentos de alta periculosidade sob custódia federal.

As penitenciárias federais oferecem um regime de isolamento rigoroso. Cada preso ocupa uma cela individual e permanece 22 horas por dia em confinamento, com apenas duas horas de banho de sol, sob vigilância constante. Essa abordagem visa enfraquecer a comunicação entre os líderes criminosos e seus comparsas.

A operação de transferência é vista como uma medida necessária para garantir a segurança pública e desmantelar as estruturas do crime organizado. A estratégia inclui um planejamento detalhado e coordenação entre as forças de segurança, que atuam para prevenir novos conflitos nas comunidades afetadas.

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