- O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente neste sábado, 22 de novembro de 2025, em Brasília, onde cumpria prisão domiciliar desde agosto, por ordem do Supremo Tribunal Federal.
- A detenção ocorreu na residência dele, a cerca de 11 quilômetros do Palácio do Planalto; a motivação não foi divulgada, e não está diretamente ligada à condenação de 27 anos por tentativa de golpe.
- A Polícia Federal confirmou a prisão, e a defesa, representada pelo advogado Celso Vilardi, informou que Bolsonaro continua detido e não conhece os motivos da ação.
- A prisão, segundo informações não oficiais, visa manter a ordem pública.
- Ato de apoio gerou vigília prevista em frente ao condomínio; Flávio Bolsonaro convocou mobilização, enquanto apoiadores de Lula expressaram satisfação. O deputado Reimont Otoni afirmou que crime não compensa.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente neste sábado, 22 de novembro de 2025, em Brasília. A detenção ocorreu em sua residência, onde ele cumpria prisão domiciliar desde agosto, sob ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). A razão para a prisão não foi divulgada, mas não está diretamente relacionada à sua condenação de 27 anos por tentativa de golpe.
A Polícia Federal confirmou que a prisão foi realizada a cerca de 11 km do Palácio do Planalto, onde Bolsonaro exerceu a presidência de 2019 a 2022. A defesa do ex-presidente, representada pelo advogado Celso Vilardi, afirmou que Bolsonaro está detido, mas desconhece os motivos da ação. A prisão visa, segundo informações não oficiais, manter a ordem pública.
Reações e Implicações
A detenção gerou reações intensas entre seus apoiadores, que planejavam realizar uma vigília em frente ao condomínio onde ele reside. Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente e senador, convocou os apoiadores a se mobilizarem, questionando se eles iriam “lutar pelo país ou assistir tudo pelo celular”.
Enquanto isso, apoiadores do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressaram satisfação com a possibilidade de que Bolsonaro enfrente a justiça. O deputado Reimont Otoni, do PT, destacou que a situação envia uma mensagem clara: “crime não compensa”. A prisão de Bolsonaro ocorre em um momento de crescente tensão política e social no Brasil, refletindo a polarização que marca o cenário atual.
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