- Guilherme Boulos lança o programa Governo na Rua para levar serviços públicos a territórios desassistidos, com feiras da cidadania, em 30 cidades até junho.
- As ações envolvem carretas e serviços de Educação, Saúde, atendimento odontológico e crédito de até 30 mil reais pelo Reforma Casa Brasil.
- O governo defende zerar o Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais e prioriza o fim da jornada de trabalho 6×1 para 2026.
- A estratégia inclui diálogo com o Congresso e construção de um orçamento participativo para aumentar a transparência, em substituição ao que chamam de “orçamento secreto”.
- A entrevista aborda a prisão de Jair Bolsonaro e a tentativa de violar a tornozeleira com ferro de solda, além de propostas sobre direitos de trabalhadores de plataformas e regulamento de apps.
Guilherme Boulos, à frente da Secretaria-Geral do governo, apresenta o programa Governo na Rua, com feiras da cidadania e ações para levar serviços públicos a territórios desassistidos. A iniciativa também defende isenções e mudanças na jornada de trabalho.
Em entrevista, Boulos detalha a proposta de levar serviços do governo a 30 cidades até junho, começando por Ceilândia, no DF. As feiras devem reunir Educação, Saúde, Habitação e acesso a crédito para reformas.
O foco é ouvir demandas da população e abrir espaço para um orçamento participativo. A ideia é reduzir distorções entre governo e Congresso e criar um orçamento mais transparente para a população.
Governo na Rua: ações e impacto
O programa prevê ações nas periferias com carretas da Saúde, assistência odontológica, inscrições no Pé de Meia e crédito para reformas residenciais. A expectativa é alcançar comunidades com obras paralisadas.
Boulos afirma que a medida pode ampliar o alcance do governo, conectando serviços a quem normalmente fica à margem, com foco em educação, saúde e moradia. O objetivo é melhorar a qualidade de vida local.
Diálogo com o Congresso e agenda para 2026
A entrevista aborda a relação com o Congresso, a aprovação de medidas como a isenção do IR para quem ganha até 5 mil reais e o fim da escala 6×1, prioridade para 2026. O governo busca dialogar com diferentes blocos.
Sobre trabalhadores de plataformas, o ministro defende direitos básicos, regulamentação dos apps e modelos de remuneração mais justos, com participação empresarial e responsabilidade das plataformas. O objetivo é reduzir a precarização.
Prisão de Bolsonaro e cenário político
A entrevista comenta a prisão de Jair Bolsonaro, citando a tentativa de violar a tornozeleira com ferro de solda e a menor likeidade de mobilização do bolsonarismo. Boulos avalia o impacto na disputa política.
O ministro também comenta cenários para 2026: dificuldade de composição de coalizões, mas avanços em pautas como redução de jornada e proteção a trabalhadores autônomos. Ele aponta cenários locais, como São Paulo, para palanque.
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