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San Diego paga US$ 30 milhões à família de garoto de 16 anos morto pela polícia

San Diego concorda em pagar US$ 30 milhões à família de Konoa Wilson, 16 anos, morto a tiros nas costas enquanto fugia, sem admissão de responsabilidade

The family of Konoa Wilson filed a wrongful death lawsuit against the city of San Diego in June. Photograph: Mike Blake/Reuters
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  • San Diego concordou em pagar US$ 30 milhões à família de Konoa Wilson, 16 anos, vítima de tiro pelas costas enquanto fugia de disparos no entorno da estação Santa Fe.
  • O acordo, sem admissão de culpa, resulta de ação civil movida pela família em junho, que acusou o oficial de violência racial.
  • Segundo as imagens de câmeras corporais e de vigilância, o policial Daniel Gold atirou perto do corredor da estação, quando Wilson já fugia; o disparo ocorreu poucos segundos após o encontro.
  • A família diz que Wilson estava sem brandir arma e que a morte ocorreu em contexto de racismo sistêmico, conforme a ação judicial.
  • O acordo é tido como um dos maiores já feitos em resposta a disparos de policiais nos Estados Unidos, comparável a casos como o de Minneapolis, em 2021.

O município de San Diego decidiu pagar US$ 30 milhões à família de Konoa Wilson, garoto de 16 anos morto a tiros pelas costas enquanto fugia de tiroteio. O acordo, divulgado após ação de indenização movida em junho, não constitui admissão de culpa.

A polícia informou que o tiroteio ocorreu perto da estação Santa Fe, quando Wilson já havia iniciado a fuga. O policial envolvido, identificado como Daniel Gold, atirou já correndo, após se deparar com Wilson a poucos segundos de distância.

A filmagem de câmeras corporais e de vigilância mostrou que Gold se identificou como policial apenas após abrir fogo. Wilson foi declarado morto 35 minutos após a internação. A investigação não indicou que ele portasse arma no momento do disparo, segundo a ação judicial.

Detalhes do acordo

Segundo os advogados da família, o pagamento é considerado um dos maiores já feitos em resposta a um tiroteio envolvendo uma força de segurança nos EUA. O caso envolve alegações de violência racial, com a defesa argumentando que o acordo foi uma decisão empresarial.

Conforme documentos do município obtidos pela CBS 8, a prefeitura enfatizou que o acordo não implica culpa. A defesa afirmou que o acordo evita prolongar o litígio e traz previsibilidade às partes. O Guardian solicitou comentário da assessoria de San Diego.

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