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PL da Dosimetria avança na Câmara e pode reduzir penas do 8/1

Câmara aprova PL da dosimetria para réus do 8 de janeiro e Bolsonaro; Esperidião Amin é relator na CCJ, oposição projeta 2026 com Flávio Bolsonaro

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita ao Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. São Paulo (SP) (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
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  • Câmara dos Deputados aprovou o PL da dosimetria, que pode revisar as penas dos réus do 8 de janeiro e do ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • Esperidião Amin será o relator da matéria na CCJ; o texto seguirá para análise no Senado.
  • A aprovação da PEC do marco temporal pelo Senado aumentou atritos com o Judiciário ao desafiar decisão do STF.
  • Pesquisas indicam queda na popularidade do governo Lula e fortalecimento da oposição, com Flávio Bolsonaro ganhando espaço para 2026; Michelle Bolsonaro é apontada como adversária competitiva.
  • A cassação da deputada Carla Zambelli está no radar da CCJ, com o plenário ainda avaliando o caso.

A Câmara dos Deputados aprovou o PL da dosimetria, que ajusta penas de réus que envolvem o 8 de janeiro e o ex-presidente Bolsonaro. A decisão marca avanço importante na pauta de segurança pública, com efeitos diretos para casos já em tramitação. O projeto segue para análise no Senado.

A aprovação ocorre em meio a tensões entre Legislativo e Judiciário. O Senado já havia aprovados a PEC do marco temporal, contrariando decisão do STF, ampliando o cenário de atrito institucional. Esperidião Amin (PP-SC) deve ser o relator da matéria na CCJ.

Cassação de Carla Zambelli volta a ganhar atenção no radar da Câmara, enquanto a oposição já articula cenários para 2026, com menções a Flávio Bolsonaro. O governo federal vive momento de queda de popularidade, segundo pesquisa Ipsos-Ipec.

Nos bastidores, a oposição intensifica mobilização para as Eleições de 2026, buscando consolidar nomes fortes contra a base governista. Na prática, a agenda legislativa segue sob intenso escrutínio público e institucional, com impactos na relação entre poderes.

O Ipsos-Ipec aponta desaprovação de 52% para o governo Lula, e 40% classificando a gestão como ruim ou péssima. Entre críticas internas, a imagem de governabilidade é discutida por forças políticas em busca de alinhamento com o eleitorado.

A Justiça Federal, por sua vez, retirou direitos políticos do ex-presidente Bolsonaro, conforme decisões que constam das informações de contexto. O material apresentado descreve o ambiente político sem emitir julgamentos, mantendo o tom informativo.

Conteúdo gerado por inteligência artificial com base em material da Gazeta do Povo; sujeito a revisão factual. Em caso de erro, encaminhar comunicação para lab@gazetadopovo.com.br.

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