Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Teatro de Contêiner e gestão de Ricardo Nunes enfrentam novo impasse em SP

Teatro de Contêiner entra em impasse com a prefeitura; oferta de 100 mil para desmontagem equivale a 5% dos 2 milhões necessários e mantém risco de despejo

O teatro mantém sua sede em um terreno na rua dos Gusmões, na região da Luz. Créditos: Nicole D'Fiori
0:00
Carregando...
0:00
  • O Teatro de Contêiner, em São Paulo, enfrenta processo de desocupação movido pela gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB).
  • A Cia. Mungunzá de Teatro afirma ter aceitado transferência para um terreno na Rua Helvetia, mas aponta entraves que mantêm o risco de despejo.
  • A prefeitura ofereceu 100 mil reais para desmontagem das estruturas, valor correspondente a 5% dos 2 milhões de reais necessários, segundo o coletivo.
  • A liminar que permite permanecer no endereço atual, na Rua dos Gusmões, vale até 25 de dezembro.
  • A prefeitura teria negado uma cessão de 30 anos, oferecendo, em vez disso, uma cessão precária de dois anos sem garantias, conforme o coletivo.

O Teatro de Contêiner permanece em pauta de desocupação na gestão do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). A Cia. Mungunzá de Teatro afirma ter aceitado a transferência para a Rua Helvetia, mas enfrenta entraves financeiros e legais que mantêm o espaço em risco.

A prefeitura teria oferecido apenas 100 mil reais para desmontagem, valor equivalente a 5% dos 2 milhões de reais necessários, segundo o grupo. A liminar atual permite a permanência até 25 de dezembro, mas não garante continuidade no local.

Impasse e propostas

A Cia. Mungunzá solicitava uma cessão de 30 anos do terreno na Rua Helvetia. A prefeitura, por sua vez, teriam apresentado apenas uma cessão precária de dois anos, sem garantias. A gestão municipal ainda não enviou o projeto de lei ao Legislativo para formalizar a proposta.

Marcos Felipe, representante da Cia. Mungunzá, afirma que o custo operacional não pode recair sobre a companhia e que a prefeitura deveria arcar com as despesas. A negociações seguem sem acordo, e o espaço permanece aberto enquanto não há resolução.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais