- Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei da dosimetria, que pode reduzir a pena de Jair Bolsonaro; o texto segue para o Senado, com Esperidião Amin (PP-SC) indicado como relator na CCJ.
- Moraes impôs novas medidas a Bolsonaro, incluindo uma perícia médica e restrições adicionais a visitas, aumentando a disputa entre os poderes.
- Câmara rejeitou a cassação da deputada Carla Zambelli, mantendo o mandato e gerando críticas de autoridades do STF.
- O ambiente entre Legislativo e Judiciário permanece tenso, com mudanças na leitura da Lei do Impeachment e críticas públicas entre líderes.
- Pesquisas apontam Flávio Bolsonaro à frente de Lula em eventual segundo turno; há também ajustes políticos que impactam articulações de campanha.
A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei da Dosimetria, que pode reduzir a pena de Jair Bolsonaro. O texto segue para análise do Senado, enquanto a tensão entre Legislativo e Judiciário se intensifica. Moraes ampliou restrições ao ex-presidente, aumentando o ritmo de ações judiciais.
O governo avalia a reação ao placar e às críticas de setores da oposição. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, elogia a decisão como possível no momento. A oposição contesta o projeto, alegando favorecimento a crimes violentos.
Avanço do PL e tramitação
O relator na CCJ é Esperidião Amin. No cenário jurídico, a pressão aumenta para que o Senado delimite os efeitos da dosimetria e defina prazos. A Transparência Internacional criticou a aprovação. A defesa de Bolsonaro sustenta que a medida é constitucional.
Medidas do STF e cassação de Zambelli
Alexandre de Moraes determinou a perda do mandato de Carla Zambelli, decisão contestada pela Câmara, que rejeitou a cassação. Sóstenes Cavalcante chamou Moraes de usurpador. Também houve suspensão de mandato de Glauber Braga por seis meses.
Contexto político e projeções
Moraes autorizou perícia para checar necessidade de nova cirurgia de Bolsonaro. Também foi autorizada a perícia pela Polícia Federal, sem autorização automática para visitas de familiares. Pesquisas mostram Flávio Bolsonaro em cenário de possível segundo turno, elevando apostas eleitorais.
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