- Melinda S Spencer, 35 anos, foi presa no Kentucky sob acusações de homicídio de feto em primeiro grau, abuso de cadáver e adulteração de evidências, por supostamente induzir o próprio aborto e enterrar os restos no quintal.
- Ela tería pedido medicação pela internet para terminar a gravidez e enterrou os restos da gestação em seu quintal.
- Spencer está detida em uma prisão de Beattyville, Kentucky, desde quinta-feira e permaneceu na cadeia até a noite de sexta.
- A legislação de Kentucky proíbe médicos de realizar abortos após a concepção, mas não criminaliza a autoadministração de aborto pela pessoa, conforme o status quo em muitos estados.
- A polícia só informou que não havia comentários disponíveis devido aos feriados; a defesa não comentou de imediato.
A mulher de Kentucky, Melinda S Spencer, 35 anos, é investigada após supostamente induzir seu próprio aborto com medicação. A prisão ocorreu nesta semana, segundo a polícia estadual, em Beattyville, no condado de Lee. Alega-se que Spencer encomendou pílulas online para interromper a gravidez e enterrou os restos no quintal de casa. A polícia descreveu o feto como “desenvolvido”.
Ainda não está claro o estágio da gestação no momento do suposto aborto. Documentos policiais indicam que os restos foram encontrados no quintal da residência. Spencer foi presa e permanece na prisão de Beattyville, segundo registros, até a noite de sexta-feira.
A legislação de Kentucky restringe cirurgias de aborto após a concepção, mas não pune pessoas que induzem ou gerenciam o próprio aborto. A prática de pedir pílulas online ganhou proeminência após mudanças judiciais que restringiram o acesso a serviços de aborto nos Estados Unidos. Críticos apontam que, em alguns casos, mulheres enfrentam acusações ligadas a desfechos gestacionais.
Polícia de Kentucky teria iniciado a investigação após Spencer relatar a gestação a funcionários de uma clínica, segundo relatos locais. Em casos como este, trabalhadores de saúde costumam acionar as autoridades. A assessoria da delegacia local disse que não pode comentar devido aos feriados; o advogado de Spencer não respondeu a pedidos de entrevista.
Contexto adicional aponta que, desde a reversão de decisões sobre aborto, houve aumento de casos envolvendo desfechos gestacionais e criminalização em diversos estados. Organizações de direitos reprodutivos destacam que a criminalização dessas situações varia conforme a jurisdição e as provas apresentadas.
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