- Uma juíza federal em Nashville, Eli Richardson, reduziu a sentença de prisão de Robin Smith para um ano de probation.
- Smith havia cooperado com os promotores e ajudou a condenar o ex-presidente da Câmara estadual Glen Casada e seu ex-assessor Cade Cothren por corrupção pública.
- Casada e Cothren já haviam sido perdoados pelo presidente Donald Trump, evitando cumprir pena de prisão.
- O esquema envolvia a criação da Phoenix Solutions para obter verba pública com envio de correspondências aos eleitores, com participação de Smith, Casada e Cothren.
- Casada recebeu três anos de prisão e Cothren, dois anos e meio; Smith havia sido inicialmente condenada a oito meses de prisão antes do perdão.
Um juiz federal reduziu a sentença de prisão para probation (liberdade supervisionada) de uma ex-autoridade pecuniária do Tennessee, cuja colaboração ajudou a condenar o ex-líder da Câmara e seu ex-assessor. O caso ocorreu em Nashville, sob a atuação do juiz Eli Richardson.
Robin Smith, ex-parlamentar republicana, havia recebido oito meses de prisão. A decisão anunciou que a pena passa a um ano de probation. A mudança foi solicitada pela defesa e também pela promotoria, em circunstâncias consideradas pela corte.
Smith foi peça-chave para convencer o júri na condenação de Glen Casada, ex-líder da Câmara, e Cade Cothren, seu ex-assessor. Casada e Cothren já tinham sido perdoados pelo presidente Donald Trump.
Conforme o processo, Cassada, Cothren e Smith criaram a Phoenix Solutions para obter contratos pagos com verba pública destinados a envio de correspondências aos eleitores. A empresa alegadamente recebia recursos de programas destinados pelos legisladores.
Segundo a acusação, um signature fictício de “Matthew Phoenix” apareceu em documentos fiscais, servindo ao objetivo de ocultar a identidade real por trás da operação. O trio recebeu recursos públicos de aproximadamente 52 mil dólares em 2020.
Smith reconheceu culpa em um único delito de fraude por serviços honestos. Casada e Cothren foram condenados por múltiplas acusações, incluindo fraude com nome fictício, fraude por serviços honestos e lavagem de dinheiro.
O julgamento ocorreu no contexto de atividades realizadas ainda como legislador, mas após a renúncia de Casada em 2019, em meio a uma crise interna no partido. Cothren deixou o cargo também em 2019 diante de denúncias envolvendo a operação.
Entre os argumentos da defesa para a redução, destacaram-se a alegação de injustiça se apenas Smith fosse presa, diante de uma conduta supostamente coletiva. A promotoria sustentou que não havia precedentes de casos parecidos com pena de prisão para testemunha.
O motivo da modificação da pena foi apresentado de forma confidencial, com documentos do tribunal sob seal. A decisão não incluiu novas acusações e mantém Smith sob supervisão por um ano.
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