- Em Jerusalém, milhares participaram de um protesto ultraortodoxo contra o serviço militar obrigatório; um ônibus avançou contra a multidão e matou um adolescente de 18 anos que ficou preso sob o veículo.
- A polícia israelense deteve o motorista e investiga o caso; a identidade dele não foi divulgada até o momento.
- Segundo a Magen David Adom, o jovem morreu no local após ficar soterrado pelo ônibus.
- O tema do serviço militar desigual tem causado tensões na sociedade israelense e ampliado a pressão sobre o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
- Nos últimos dois anos, Israel registrou um dos maiores números de mortos em conflitos ligados a Gaza, Líbano, Síria, Iêmen e Irã, em um contexto de debate contínuo sobre a exemção do serviço militar para os ultraortodoxos.
Ato violento interrompe uma manifestação de ultraortodoxos em Jerusalém nesta terça-feira, quando um ônibus atingiu a multidão que protestava contra o serviço militar obrigatório, deixando um adolescente morto. A polícia informou que prendeu o motorista e investiga o caso.
A multidão, de milhares de pessoas, esperava manter protesto pacífico. O veículo avançou sobre o grupo antes de parar. A corporação confirmou a ocorrência, sem divulgar o nome do motorista, que permanece sob custódia para apuração.
O jovem de 18 anos ficou preso debaixo do ônibus e morreu no local, segundo serviços de emergência Magen David Adom. As circunstâncias do atropelamento estão sendo analisadas pela polícia.
Investigação em curso
A questão do serviço militar obrigatório tem causado tensões profundas na sociedade israelense. Os ultraortodoxos costumam ser isentos, gerando críticas sobre desigualdade no serviço, tema que acompanha o governo de Benjamin Netanyahu.
A curva de violência ocorre em meio a um contexto de alta atividade militar na região. Nas últimas duas décadas, Israel sofreu perdas significativas em conflitos ligados a Gaza, Líbano, Síria, Iêmen e Irã.
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