- Moraes negou nesta terça-feira a transferência de Jair Bolsonaro para o hospital DF Star, após queda que, segundo médicos, resultou em traumatismo cranioencefálico leve.
- A Polícia Federal informou inicialmente ferimentos leves e observação, mas atualizou que o encaminhamento depende de autorização do STF.
- A PF afirmou que, na avaliação deles, a queda não caracteriza emergência; Moraes já havia dito que, em casos emergenciais, o encaminhamento pode ocorrer sem autos, com relatório posterior.
- Carlos Bolsonaro afirmou que Bolsonaro foi encontrado com hematoma no rosto, sangramento nos pés e desorientação.
- O pedido de transferência sustenta que a saúde do ex-presidente exige avaliação imediata para evitar agravamento; médicos disseram que ele passa bem e se comunica normalmente.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou nesta terça-feira a transferência de Jair Bolsonaro ao hospital DF Star após uma queda. A avaliação inicial dos médicos apontou um traumatismo cranioencefálico leve, sem necessidade imediata de remoção. A decisão envolve ainda a autoridade do STF para autorizar o encaminhamento.
Uma equipe da Polícia Federal esteve na cela de Bolsonaro pela manhã para informar sobre a chegada da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O atendimento inicial, segundo nota da PF, identificou ferimentos leves e indicou apenas observação, sem transferência imediata.
A PF atualizou o posicionamento, afirmando que o ex-presidente seria encaminhado ao DF Star para exames mediante pedido do médico particular. Em seguida, a corporação recuou, dizendo que eventual transferência depende de autorização do STF.
O STF já havia informado que, em casos de emergência, o encaminhamento ao hospital poderia ocorrer sem autorização processual imediata, com relatório posterior. A PF sustenta que a queda não caracteriza emergência sob esse protocolo.
Conforme informações de Carlos Bolsonaro, ex-vereador do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Bolsonaro foi encontrado com hematoma no rosto, sangramento nos pés e desorientação. Não há confirmação oficial de estos relatos.
O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão. Durante o cumprimento, ele recebeu autorização de Moraes para ir ao DF Star e realizar cirurgia para correção de hérnia. A internação ocorreu de 24 de dezembro de 2025 a 1º de janeiro de 2026.
Médicos que acompanham Bolsonaro afirmaram que ele está bem e se comunicando normalmente. O pedido de transferência foi apresentado pela defesa, que associa a urgência à saúde atual para evitar agravamento.
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