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Farage rejeita acusações de bullying racial e antissemita como fantasias

Nigel Farage diz que denúncias de racismo na Dulwich College são inventadas e politicamente motivadas, enquanto o Reform mira as eleições locais

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
The Reform UK leader, Nigel Farage, said: ‘I don’t apologise for things that are complete, made up fantasies.’ Photograph: Neil Hall/EPA
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  • Nigel Farage classificou as acusações de bullying racista e antissemita na Dulwich College como “completamente fantasiosas” e disse que as pessoas por trás delas têm “motivação política óbvia”.
  • A denúncia partiu de uma investigação do Guardian com mais de trinta pessoas que relatam episódios de racismo, incluindo um ex-professor mencionado na matéria.
  • Farage afirmou não se desculpar com acusadores, alegando que o material é “fantasia” e que há “motivação política” por trás das acusações.
  • Em Londres, durante uma entrevista coletiva do Reform UK, o partido apresentou Laila Cunningham, candidata a prefeita de Londres em 2028, anunciando-a no evento de London Bridge.
  • O discurso de Farage também abordou o desempenho de outros candidatos do Reform, incluindo Chris Parry, que foi alvo de críticas por comentários sobre David Lammy; Farage disse que alguns dos comentários de Parry foram excessivos, mas que ele é patriota.

Nigel Farage, líder do Reform UK, classificou como “completamente fantasia inventada” as acusações de bullying racista e antissemita durante seu tempo no Dulwich College. A defesa ocorreu durante uma coletiva em Londres, na qual ele afirmou que as acusações têm motivação política.

Mais de 30 pessoas foram ouvidas pela Guardian, em apuração baseada em relatos variados sobre racismo na época de Farage. Entre as testemunhas está o diretor vencedor de Emmy e Bafta, Peter Ettedgui, que relembrou insultos gravados como Hitler was right e Gas them durante a época escolar.

Farage já havia negado ter direcionado abusos com conteúdo racista ou antissemita, sem admitir publicamente os episódios descritos. Em resposta a perguntas sobre um eventual pedido de desculpas, o líder afirmou não se desculpar por questões que considera fantasias.

Contexto das acusações

A situação ganhou repercussão após uma carta antiga com 26 assinaturas de colegas de Dulwich pedir que Farage se retratasse. No mês anterior, um ex-professor da escola relatou os relatos de racismo, reforçando o debate em torno do tema.

O contexto atual inclui o anúncio de uma candidatura do Reform para a prefeitura de Londres, com Laila Cunningham, muçulmana e ex-procuradora da CPS, para concorrer em 2028. O evento ocorreu em London Bridge, na mesma agenda da coletiva de Farage.

Reações e observações

Durante a cerimônia, outra pauta envolvendo o candidato a prefeito de Londres, Chris Parry, foi questionada. Parry havia sugerido que David Lammy deveria “voltar para casa” no Caribe, gerando críticas sobre os comentários anteriores do político.

Farage afirmou que as declarações de Parry excederam limites e que ele deveria pedir desculpas por elas. Cunningham, por sua vez, comentou que questões de diversidade em Londres não devem obscurecer problemas de integração em determinadas áreas da cidade.

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