- Sean Combs escreveu uma carta pessoal ao presidente Donald Trump pedindo indulto após ser condenado a 50 meses de prisão.
- Trump afirmou não considerar o pedido e chegou a dizer que poderia mostrar a carta a repórteres, embora o conteúdo não tenha sido divulgado.
- A condenação envolve duas acusações de transporte para prostituição no âmbito de um caso de tráfico sexual; o júri o absolveu das acusações mais graves.
- O processo incluiu a conclusão de que Combs pagava trabalhadores sexuais masculinos para viagens entre estados para encontros com suas parceiras, em um contexto de abuso de poder.
- No mês passado, Combs recorreu da decisão, alegando que o juiz agiu como um “terceiro jurado” durante a sentença, enquanto o juiz Arun Subramanian destacou as evidências de abuso associadas aos encontros.
Sean Combs enviou pessoalmente uma carta ao presidente Donald Trump para pedir clemência após ser condenado a pouco mais de quatro anos de prisão. A informação foi divulgada pelo The New York Times nesta terça (8).
Segundo relatos, Trump ainda não manifestou apoio à solicitação. Ele mencionou a possibilidade de apresentar a carta a um grupo de jornalistas durante uma coletiva na própria Casa Branca, sem confirmar se iria divulgar o conteúdo.
Combs, fundador da Bad Boy Entertainment, foi condenado em julho por dois cargos de transporte para envolvimento em prostituição, em um caso ligado a tráfico de pessoas e extorsão. O réu foi absolvido das acusações mais graves.
A sentença divulgada pelo juiz Arun Subramanian manteve a condenação de 50 meses de prisão, destacando um histórico de abuso de poder sobre mulheres envolvidas em encontros sexuais organizados pelo réu. A defesa, em apelação, alegou que o veredito não refletiu adequadamente a gravidade do caso.
A defesa argumenta que, em casos semelhantes, a pena costuma ficar abaixo de 15 meses, mesmo quando há elementos de coerção. O tribunal, por sua vez, enfatizou a extensão das provas sobre abusos envolvendo encontros e宿 hotéis, que influenciaram a decisão.
A reportagem do The New York Times afirma que não está claro o conteúdo da carta nem a data de envio, e que a equipe de Combs não comentou oficialmente o assunto até o momento. A Rolling Stone também busca comentários da assessoria do artista.
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