- O primeiro-ministro Anthony Albanese anunciou a criação de uma comissão real para apurar o ataque em Bondi, buscando unidade nacional.
- A líder da oposição, Sussan Ley, criticou a decisão, dizendo que a nomeação de apenas uma comissária, a ex-juíza Virginia Bell, é inadequada e não corresponde à gravidade do tema.
- Ley pediu que ministros do governo entrem no “dock” para explicar as ações tomadas, mantendo o tom de ataque, mesmo com a comissão anunciada.
- Jillian Segal, representante contra o antissemitismo, mostrou apoio à comissão e pediu que a sociedade se una em torno do processo.
- A imprensa e aliados da oposição veem a necessidade de a comissão e os trabalhos do tribunal prosseguirem sem intervenções políticas, para manter a confiança pública.
O anúncio de uma comissão real sobre o ataque em Bondi chegou após semanas de pressão da oposição. O governo de Anthony Albanese concordou com a criação da comissão, com Virginia Bell como única comissária, para investigar o ocorrido e as respostas oficiais.
Sussan Ley, líder da oposição, continua criticando o governo. Ela afirmou que o atraso na decisão foi inadequado e que o governo falhou em agir com prontidão. Ley afirma que ministros do governo devem enfrentar interrogatórios no âmbito da comissão.
Apos um período de críticas intensas, Ley manteve o tom combativo ao dizer que o atraso expõe falhas na condução do governo, embora reconheça a necessidade de uma avaliação formal. Ela pediu que a operação da comissão seja verificada com rigor.
Jillian Segal, enviada especial para antisemitismo, pediu união nacional e apoio à comissão. Segal elogiou Bell como jurista de alto nível e pediu que todas as partes apoiem o processo para fortalecer a coesão social.
Entre aliados do governo, alguns parlamentares acolheram a nomeação e aceitaram os termos de referência, enquanto Ley insistiu em que autoridades do governo prestem contas. A oposição continuou a questionar a comunicação da administração.
Com a decisão tomada, o objetivo é permitir que a comissão trabalhe de forma independente, enquanto os trâmites legais continuam pelas vias judiciais. Observa-se expectativa de que as audiências públicas tragam esclarecimentos relevantes sem acelerar julgamentos antes do tempo.
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