- Aldo Rebelo confirmou que será candidato à Presidência pelo Democracia Cristã (DC) neste ano, com lançamento oficial previsto para 31 de janeiro em São Paulo.
- A decisão foi anunciada em vídeo publicado nas redes sociais, onde ele defende anistia a golpistas, incluindo Jair Bolsonaro, e justifica sua trajetória de PCdoB à aproximação com a extrema-direita.
- Rebelo atuou como ministro da Defesa em governos Lula e Dilma Rousseff e passou por PSB, Solidariedade, PDT e MDB antes de migrar ao campo bolsonarista.
- Entre as pautas citadas pelo ex-ministro estão retomada do crescimento, redução das desigualdades, valorização da democracia e reconstrução da defesa nacional.
- Em pesquisa divulgada em dezembro pela Genial/Quaest, Rebelo aparecia com entre 1% e 2% das intenções de voto, dependendo do cenário.
Aldo Rebelo confirmou neste sábado 10 que disputará a Presidência da República neste ano, pelo Democracia Cristã (DC). A oficialização está marcada para o dia 31 de janeiro, em São Paulo, conforme anúncio feito pelo pré-candidato em vídeo divulgado nas redes.
Na gravação, Rebelo se apresenta como alguém de vocação plural e explica a trajetória que vai do PCdoB à aproximação com a extrema-direita. Ele afirma que sua juventude no PCdoB, nos anos 1970, ocorreu em um momento de agenda nacionalista e democrática.
O ex-ministro da Defesa, que atuou nos governos Lula e Dilma Rousseff, passou por quatro legendas após deixar o PCdoB em 2017: PSB, Solidariedade, PDT e MDB. Ele justifica a mudança como uma guinada no interesse do Brasil.
Trajetória e mudanças no cenário
O vídeo menciona, ainda, que Rebelo era visto como figura próxima às Forças Armadas, ressaltando o papel que exerceu como ministro da Defesa. Além disso, ele reforça a ideia de que pretende aproximar-se de diferentes segmentos da política.
Ele defende a anuência a uma anistia ampla, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro e demais chamados golpistas, para pacificar o país. Segundo Rebelo, mensagens de reconciliação são necessárias para a estabilidade nacional.
Propostas e projeção eleitoral
Entre as propostas de campanha, Rebelo cita o crescimento econômico, a redução das desigualdades, a defesa da democracia e a renovação da agenda de defesa nacional. Em dezembro, pesquisa Genial/Quaest indicou vitória de Lula na corrida presidencial de 2026, com Rebelo entre 1% e 2% das intenções, dependendo do cenário.
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