- A defesa de Daniel Vorcaro afirmou que não solicitou o envio de nenhuma das operações Carbono Oculto, Quasar ou Tank ao Supremo Tribunal Federal.
- Carbono Oculto tramita na esfera estadual em São Paulo, enquanto Quasar tramita na esfera federal, também em São Paulo; Tank ocorre na Justiça Federal do Paraná.
- A declaração ocorreu após o UOL reportar que a Justiça de São Paulo negou o envio de trechos das investigações ao STF, as quais seguem em sigilo.
- Os advogados disseram que o único objetivo do pedido foi apurar notícias que associavam Vorcaro e o Banco Master às operações, sem vínculo demonstrado nos autos.
- Em Quasar, a Polícia Federal encontrou mensagens citando o Banco Master, mas o juiz entendeu como encontro fortuito, e o material foi remetido a outro inquérito.
A defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, afirmou neste sábado que não solicitou o envio de parte das operações Carbono Oculto e Quasar ao STF. Carbono Oculto tramita na esfera estadual e Quasar na federal, ambas em São Paulo. A informação foi veiculada pelo portal UOL.
A defesa afirmou que não houve pedido de remessa de nenhuma das três operações ao Supremo. A mensagem teve como objetivo apurar notícias que associavam Vorcaro e o Banco Master às investigações.
Segundo a Gazeta do Povo, a Tank opera na Justiça Federal do Paraná. A defesa reforçou que não houve relação entre Vorcaro ou o Master com os casos citados, nem necessidade de encaminhamento ao STF.
As operações apuram infiltração do Primeiro Comando da Capital no setor de combustíveis e no mercado financeiro para desviar bilhões de reais. Juízes de primeira instância não identificaram vínculo entre o Master e as operações da PF.
Ainda segundo as advogadas, as decisões destacaram a ausência de autoridades com foro privilegiado ligada aos casos. Em Quasar, houve registro de mensagens envolvendo o Banco Master, considerado por alguns como encontro fortuito de provas.
A investigação sobre fraude envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília tramita no STF, sob a relatoria do ministro Dias Toffoli. Não há conclusão sobre ligação de Vorcaro com o caso naquele foro.
A Operação Compliance Zero tramitava na 10ª Vara Federal de Brasília e subiu ao STF após a identificação do nome do deputado João Carlos Bacelar (PL-BA) em documentos. Bacelar nega irregularidades.
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