- Michelle Bolsonaro informou nas redes que Jair Bolsonaro tem apresentado tonturas e instabilidade ao levantar, o que, segundo ela, aumentaria o risco de uma nova queda.
- A queda ocorreu na madrugada de terça-feira, quando o ex-presidente caminhava no quarto de detenção da Polícia Federal em Brasília; houve trauma facial leve, sem lesões intracranianas graves conforme exames.
- Bolsonaro foi autorizado a ser conduzido ao hospital DF Star para tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma, concluindo por exames que não indicaram danos graves ao cérebro.
- Em dezembro de 2025, o ex-presidente passou por cirurgia de hérnia inguinal e tratou crises persistentes de soluços, com bloqueios do nervo frênico em múltiplas sessões; crises continuaram após alta.
- Questões sobre a assistência médica e o ambiente da cela levaram o Conselho Federal de Medicina a abrir sindicância via CRM-DF; o STF pretendia esclarecimentos da Polícia Federal, e Alexandre de Moraes negou a competência para a sindicância.
Michelle Bolsonaro relatou nas redes sociais que Jair Bolsonaro vem apresentando tonturas e instabilidade ao se levantar, o que, segundo ela, elevaria o risco de uma nova queda. O relato cita preocupação com a saúde do ex-presidente, que cumpre pena na PF de Brasília.
Aqueda ocorreu na madrugada de terça-feira, dentro do quarto de detenção da Superintendência da PF em Brasília. Bolsonaro bateu a cabeça em um móvel e sofreu lesões leves em partes moles do rosto e do crânio, segundo médicos e familiares.
Ele foi autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, a ser levado ao hospital DF Star para exames de tomografia, ressonância magnética e eletroencefalograma, que não apontaram lesões intracranianas graves.
No fim de 2025, Bolsonaro realizou cirurgia de hérnia inguinal e tratamento de crises persistentes de soluços. Bloqueios do nervo frênico foram adotados em várias sessões para interromper os soluços prolongados, situação repetida em episódios recentes.
Após alta, a família e a defesa relataram continuidade dos soluços. O filho Carlos Bolsonaro confirmou nas redes sociais que as crises permaneceram, mesmo em retorno à rotina na PF.
Família e advogados apontam dificuldades na qualidade da sala de detenção, especialmente pelo barulho constante do ar-condicionado, que poderia prejudicar repouso e piorar mal-estar. A PF foi acionada para esclarecer o caso.
O Conselho Federal de Medicina recebeu denúncias sobre a assistência médica ao ex-presidente, dada a complexidade clínica. O CFM abriu sindicância para apurar monitoramento e atuação de várias especialidades, conforme compondo o cenário de saúde.
O STF determinou que o CRM-DF apure a atuação médica, enquanto Moraes negou a competência para a sindicância e pediu à PF que ouça o presidente do CFM, mantendo a investigação sob esfera policial e médica.
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