- Peter Mandelson pediu desculpas, de forma inequívoca, por ter mantido associação com Jeffrey Epstein após a condenação do condenado por crimes sexuais.
- Anteriormente, ele havia se recusado a pedir desculpas em entrevista à BBC veiculada no fim de semana.
- O político Labour foi afastado como embaixador dos EUA após surgirem detalhes do apoio que deu a Epstein.
- Em comunicado, Mandelson disse que, como homem gay, desconhecia a vida sexual do financista e reconheceu ter acreditado nele em vez das vítimas.
- Ele afirmou que errou ao acreditar em Epstein e reiterou o pedido de desculpas às mulheres e meninas que sofreram.
Peter Mandelson pediu desculpas “inequívocas” por sua associação com Jeffrey Epstein, após ter sido ligado ao financista condenado e ter inicialmente negado culpa pela relação. O pedido de desculpas veio após uma entrevista no BBC, divulgada no fim de semana.
A entrevista gerou controvérsia ao Mandelson afirmar, sem detalhes, que, por ser gay, não tinha conhecimento sobre a vida sexual de Epstein. As declarações foram veiculadas antes de ele confirmar o pedido de desculpas na segunda-feira à noite.
Em comunicado, o ex-embaixador explicou que errou ao acreditar em Epstein após sua condenação e a manter o contato. Ressaltou que não foi cúmplice de crimes e que, após a morte de Epstein, só então tomou conhecimento pleno dos fatos. As vítimas, disse, não tiveram voz ouvidas na época, o que motiva seu pedido de desculpas.
O caso ganhou desdobramentos políticos quando Mandelson foi afastado do cargo de embaixador dos EUA, após surgirem detalhes sobre o suposto apoio a Epstein em setembro. A defesa de Mandelson destaca que ele não participou de delitos, apenas foi mal informado e posteriormente reconheceu a verdade completa sobre Epstein.
A evolução da situação deve ganhar novos capítulos, com possíveis desdobramentos sobre impactos políticos e institucionais. Detalhes adicionais devem ser divulgados por fontes oficiais nos próximos dias.
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