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Bill e Hillary Clinton se recusam a testemunhar em investigação sobre Epstein

Clintons não atendem convocação da Câmara sobre Epstein; Comer ameaça pedir desacato ao Congresso, enquanto defesa classifica ato inconstitucional

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Bill Clinton and Hillary Clinton before the 60th inaugural ceremony on 20 January 2025, at the US Capitol in Washington DC.
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  • Bill e Hillary Clinton disseram não atenderem à intimação de testemunhar perante a Câmara sobre vínculos com Jeffrey Epstein, lançando críticas aos republicanos e a Donald Trump.
  • O pedido de depoimento foi feito pela comissão de fiscalização da Câmara, liderada por James Comer, para revisar o papel do governo no caso Epstein.
  • Os advogados dos Clinton afirmaram que as intimações são inválidas e não possuem objetivo legislativo válido, além de caracterizarem a ação como tentativa de constranger rivais políticos.
  • Comer afirmou que irá apresentar pedido de flagrante para conter Bill Clinton na próxima semana, após o não comparecimento do ex-presidente.
  • O acordo para a intimação foi aprovado de forma bipartidária pela comissão, que até agora entrevistou apenas duas pessoas e não ouviu sete ex-funcionários do governo, segundo os Clinton.

Bill e Hillary Clinton disseram não atender ao testemunho solicitado pelo comitê de fiscalização da Câmara dos EUA sobre relações com Jeffrey Epstein. A decisão ocorre após o comitê anunciar investigaçao sobre o manejo do caso pela administração pública.

Defesa dos Clinton classifica as intimações como inválidas e sem objetivo legislativo, alegando violação da separação dos poderes e perseguição política. Advogados afirmam que o pedido não busca informações pertinentes e serve apenas para constranger rivais.

Comer informou que, caso Bill Clinton não aparecesse, avaliaria a adoção de medidas de desacato na próxima semana. Hillary, com prazo semelhante, também foi chamada a depor, mas não compareceu.

O comitê, dirigido por James Comer, aprovou a solicitação em agosto para analisar a atuação do governo no caso Epstein, condenado por crimes sexuais e morto em 2019. A imprensa acompanha o desdobramento e as respostas legais.

A defesa dos Clinton destacou que houve votação bipartita para a submissão de Bill Clinton, enfatizando que não há acusação de crime e que o objetivo é esclarecer dúvidas sobre a relação com Epstein.

O episódio ocorre no contexto de liberação de arquivos sobre Epstein pela Justiça, com gradiente de documentos tornados públicos e a busca por transparência sobre a participação de figuras públicas.

Atualização sobre o andamento do caso

Segundo os advogados dos Clinton, a comissão mantém apenas duas entrevistas com autoridades do governo e deixou de questionar sete ex-funcionários mesmo com intimações. O grupo também criticou a condução da apuração por parte de Comer.

Quem participa da investigação inclui antigos membros do governo, como o ex-secretário do Trabalho Alexander Acosta e o ex-procurador-geral William Barr. O objetivo do comitê é esclarecer o papel do governo no caso Epstein.

A divulgação de arquivos pela Justiça envolve disputas judiciais sobre a liberação integral de documentos, com pedidos para a designação de um administrador especial para assegurar o acesso completo aos papéis.

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