- O condado de Siskiyou, no norte da Califórnia, concordou com reformas policiais e supervisão independente após alegações de discriminação racial contra asiático-americanos.
- Ações legais contra o condado e o escritório do xerife começaram em 2021, com queixas de discriminação e assédio em abordagens de trânsito vinculadas à comunidade Hmong.
- O acordo prevê política de paradas de trânsito que proíbe abordagens baseadas em raça, exige câmeras corporais e direito a intérprete para não falantes de inglês.
- Deputados devem justificar qualquer busca, parar apenas por motivos legítimos e não apenas por estar em áreas com alta criminalidade ou com placas de outro estado.
- O condado terá supervisão independente, auditor para monitorar o cumprimento, e encontros comunitários anuais; acusações sobre acesso à água continuam em litígio.
O condado de Siskiyou, no norte da Califórnia, concordou em reformas de policiamento e supervisão independente, após uma ação coletiva movida por moradores Hmong que alegavam discriminação racial pela polícia local. A ש justiça decidiu medidas para restringir abordagens por raça.
O acordo envolve mudanças em operações de abordagem no trânsito, com foco em reduzir perfis raciais. Também prevê supervisão externa, auditoria independente e reuniões comunitárias anuais para avaliar o cumprimento. A ação continua em relação ao acesso à água.
A denúncia, liderada pela ACLU do Norte da Califórnia e pelo Asian Law Caucus, apontou que, embora asiáticos representem 2,4% da população adulta, respondem por 28% das abordagens da polícia de Siskiyou.
Segundo o processo, várias pessoas relatam abordagens repetidas em deslocamentos comuns, como ida ao mercado ou ida à escola com os filhos. O texto define que as ações não devem ser motivadas por raça nem usadas para pressionar buscas.
Late last month, a mesa de supervisores do condado e a polícia concordaram com um acordo parcial, conforme anúncio da ACLU. O condado se compromete a revisar a política de abordagens e a suspender penhora de imóveis por multas de cannabis.
Entre as medidas, está a obrigatoriedade de câmera corporal, explicação do motivo da parada, disponibilidade de intérprete e registro de qualquer solicitação de busca. Abordagens não podem visar áreas com alta criminalidade ou placas estrangeiras.
O acordo inclui supervisão independente, com pagamento de um auditor para monitorar o cumprimento, e realização de audiências comunitárias anuais. As ações visam potencial melhoria na relação entre a comunidade asiática e as autoridades.
Uma das requerentes, Susanna Va, expressou esperança de que a audiência reconheça a comunidade asiática como moradora da região. A recebimento de serviços de policiamento de forma equitativa é apontado como objetivo do acordo.
O condado de Siskiyou e o gabinete do xerife não responderam a pedidos de comentário. Ações legais sobre o acesso à água permanecem em litígio, separadas das reformas de policiamento.
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