- A senadora Damares Alves, relatora da CPMI do INSS, afirma que igrejas estariam envolvidas em fraudes ao INSS.
- Segundo ela, há pastores que pedem para não investigar, não decepcionar os fiéis.
- Igrejas estariam atuando como intermediárias na obtenção de benefícios previdenciários de forma irregular.
- Algumas entidades oferecem cursos e orientações para ajudar fiéis, mas nem sempre as informações são corretas ou legais.
- A CPMI pretende continuar as investigações e deve apresentar um relatório com recomendações para combater as irregularidades.
Damares Alves afirma que igrejas participam de fraudes ao INSS. A senadora, relatora da CPMI do INSS, disse em audiência pública que pastores pedem para não investigar e para não decepcionar os fiéis. A denúncia envolve irregularidades no sistema previdenciário.
Segundo Alves, há igrejas que atuam como intermediárias na obtenção de benefícios previdenciários, com atuação irregular. Ela também citou a oferta de cursos e orientações que, segundo a parlamentar, nem sempre são corretos ou legais.
A CPMI do INSS foi criada para apurar denúncias de fraudes no sistema previdenciário, incluindo participação de igrejas e pastores. A relatora afirmou que a comissão tem recebido relatos sobre incentivos para não procurar o INSS.
Damares Alves afirmou que algumas igrejas desencorajam a regularização de contribuições previdenciárias, sob a justificativa de proteger a instituição religiosa. Ela informou que a CPMI pretende investigar essas denúncias com rigor.
A senadora ressaltou que há relatos de igrejas atuando como intermediárias na obtenção de benefícios, o que, segundo ela, pode configurar irregularidades ou ilegalidades. Ela reforçou a continuidade das apurações.
A parlamenta disse ainda que o objetivo da CPMI é apresentar recomendações para combater irregularidades no sistema, incluindo condutas de entidades religiosas. O andamento das investigações será acompanhado pela comissão.
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