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Líder do London Pride é acusado de desrespeito ao tribunal por uso de recursos

Chefe da Pride em Londres pode enfrentar multa, apreensão de bens ou prisão por não cumprir ordem de entregar senhas e dados da organização

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Christopher Joell-Deshields is under internal investigation over allegations of bullying and impropriety.
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  • Christopher Joell-Deshields, chefe executivo da Pride em Londres, está suspenso e enfrenta ordem judicial para entregar senhas, códigos e outras informações ligadas às contas e ferramentas administrativas da organização.
  • Ele é acusado de não cumprir a ordem de contumácia emitida pela Justiça, o que pode levar a multa, confisco de ativos ou prisão.
  • A London LGBT Community Pride CIC informou que tentou persuadi-lo a cumprir a ordem, mas, mesmo após avisos, ele não houve.
  • Anteriormente, surgiram alegações de má gestão de fundos, incluindo uso de vouchers de comida e bebida para itens de luxo por voluntários, com a investigação em curso.
  • Pride in London recebe financiamento de 625 mil libras do prefeito de Londres e costuma atrair cerca de 30 mil participantes.

O chefe organizador da Pride de Londres enfrenta possível sanção por suposta vulneração de uma ordem judicial. Christopher Joell-Deshields é acusado de não entregar acessos e informações da organização, após ser suspenso por alegações de má gestão. A corte pode impor multa, confisco de bens ou prisão.

A organização London LGBT Community Pride CIC moveu uma injunção em setembro contra Joell-Deshields, que está sob investigação interna. A medida obrigava a entregar “todos usernames, senhas, números de identificação e outras informações” sobre as contas da Pride.

O objetivo da injunção era recuperar o controle dos ativos da Pride, incluindo contas bancárias e perfis de redes sociais. A organização afirma que Joell-Deshields tentou reter esses dados para encobrir ações durante a apuração.

Advogados da Pride alegam que ele não cumpriu os termos da ordem proferida pela juíza Hill. Dizem que houve tentativas de cooperação por meio de comunicações, mas sem resultado.

Um esqueleto de documento anterior ao julgamento aponta que a ordem continha uma notificação de penalidade. A ordem temporária previa que o não cumprimento poderia levar a contumácia, com prisão, multa ou confisco de ativos.

A Pride em Londres é um dos maiores eventos LGBTQ+ do país, reunindo cerca de 30 mil participantes. Joell-Deshields atuava como CEO desde 2022, após já ocupar funções na organização.

A imprensa revelou, em agosto do ano passado, que Joell-Deshields foi suspenso por alegações de assédio e irregularidades, incluindo uso de vales de alimentação para comprar itens de luxo com fins de benefício próprio.

Segundo a defesa, o litígio decorre de uma estratégia para pressionar o comportamento de Joell-Deshields, mesmo diante de avisos formais de cumprimento da ordem. A reportagem não conseguiu ouvir o envolvido para comentar.

A Pride em Londres recebe financiamento de um subsídio de £625 mil, vigente por cinco anos, além de arrecadação própria. Perguntas sobre governança surgiram a partir de julho, com denúncias de voluntários e um inquérito interno em andamento.

A defesa informou que a aplicação por contumácia decorreu da resistência de Joell-Deshields em reconhecer a notificação de requerimento, apesar de ter sido entregue pessoalmente. Não houve resposta aos pedidos de comentário.

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