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CPI quer ouvir ministra do STM sobre repasse de 700 mil ligado ao INSS

CPI do INSS pode ouvir Verônica Abdalla Sterman sobre pagamento de R$ 700 mil a seu escritório, ligado a Careca do INSS

A advogada Verônica Sterman, indicada ao STM
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  • A CPI do INSS quer ouvir a ministra do Superior Tribunal Militar Verônica Abdalla Sterman para esclarecer o pagamento de R$ 700 mil ao escritório da então advogada, feito por uma empresa ligada ao lobista conhecido como Careca do INSS.
  • O pedido foi apresentado pelo senador Magno Malta (PL-ES), que aponta contradição entre a versão da ministra e dados dos Relatórios de Inteligência Financeira recebidos pela comissão.
  • A ministra afirmou que os honorários correspondem a três pareceres jurídicos elaborados antes da nomeação ao STM e que não conhecia qualquer vínculo da empresa com o investigado.
  • Malta afirma que apenas depoimento direto poderá esclarecer se o pagamento foi regular, proporcional e compatível com os serviços prestados, questionando a origem do recurso.
  • A convocação faz parte da CPMI do INSS, que investiga desvios bilionários em contratos de tecnologia, gestão de dados e intermediação de benefícios; a leitura da solicitação ainda depende de deliberação da comissão.

A CPI do INSS pode convocar a ministra Verônica Abdalla Sterman, do STM, para esclarecer recebimento de R$ 700 mil pelo escritório de advocacia dele. O valor foi pago por uma empresa ligada ao lobista conhecido como Careca do INSS, segundo a comissão.

Magno Malta (PL-ES) apresentou o requerimento, dizendo haver contradição entre a versão da ministra e dados dos Relatórios de Inteligência Financeira. Alega que há inconsistência entre o depoimento e os documentos oficiais.

Segundo os documentos, a empresa ligada ao lobista realizou o pagamento único de R$ 700 mil ao escritório de Sterman. A PF aponta que a empresa era usada para dificultar o rastreamento de recursos desviados do INSS.

A ministra sustenta que os honorários dizem respeito a três pareceres jurídicos elaborados antes de sua nomeação ao STM e afirma não conhecer vínculo da empresa com o investigado. Malta cobra esclarecimentos diretos.

O requerimento busca apurar a natureza, extensão e regularidade do pagamento e avaliar eventual relação com o esquema de fraudes apurado pela CPMI do INSS. A convocaçāo depende de deliberação da comissão.

Magno Malta destaca que o cargo de ministra de tribunal superior impõe maior transparência. Sterman tomou posse em setembro do ano passado, tornando-se a segunda mulher a integrar a Corte, atrás de Maria Elizabeth Rocha.

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