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Debate político desvirtua PEC da Segurança, diz Sabburro

Sarrubbo alerta que politização da PEC da Segurança pode retroceder avanços; ações federais ampliam o combate ao crime organizado, inclusive no setor financeiro

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  • Mário Sarrubbo, secretário nacional de Segurança Pública, disse ao UOL News que a politização da PEC da Segurança Pública pode levar a retrocesso na legislação antifacção.
  • Ele criticou o debate como ideológico, apontando que a PEC foi desfigurada e que a discussão tem se centrado em conceitos de letalidade e aumento de pena.
  • Sarrubbo mencionou ações federais contra o crime organizado tanto em áreas periféricas quanto no alto escalão financeiro, como bancos e fintechs.
  • Sobre a legislação antifacção, ele destacou a proteção a autoridades e testemunhas e a necessidade de um Código Penal unificado para evitar conflitos jurídicos.
  • Em relação à transição no Ministério da Justiça, ele afirmou que o novo ministro Wellington Lima e Silva tem experiência e competência para conduzir o cargo.

O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, preocupa-se com a politização da PEC da Segurança Pública. Em entrevista ao UOL News, ele afirmou que o projeto antifacção está sendo levado para o campo político-ideológico conforme se aproxima o pleito eleitoral, o que dificulta o debate baseado em evidências.

Sarrubbo disse que a PEC foi desfigurada ao longo do tempo. Segundo ele, o ministro Lewandowski pretendia fortalecer a coordenação e a integração, com atuação da União, mas a discussão acabou confundida com comandos. O resultado, na visão dele, é um retrocesso no tema.

O secretário destacou que, historicamente, as operações federais focaram o chamado andar de baixo, como morros, favelas e prisões. Segundo ele, há necessidade de ampliar ações no andar de cima, incluindo bancos e fintechs, para enfraquecer o crime organizado em diferentes frentes.

Sobre a legislação antifacção, Sarrubbo ressaltou a importância de proteger autoridades e testemunhas, além de defender um Código Penal unificado para evitar conflitos jurídicos. Ele ressaltou que o enfrentamento ao crime organizado requer estruturação clara e constante atualização.

Novo ministro tem experiência e competência

A transição no Ministério da Justiça é vista com confiança por Sarrubbo, que elogia o perfil técnico do atual nomeado, Wellington Lima e Silva. O secretário afirmou que o ministro tem qualificação e experiência para conduzir o trabalho, mantendo o foco na efetividade das ações de segurança.

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