- O presidente Donald Trump assinou lei que reverte limites da era Obama, permitindo leite integral e com 2% em refeições escolares do National School Lunch Program e opcionais não lácteos que atendam aos padrões nutricionais.
- A norma também exige que escolas ofereçam leite não lácteo se houver nota dos pais atestando restrição dietética.
- A implementação pode ocorrer já neste outono, mas algumas escolas podem levar mais tempo para ajustar demanda e cadeia de suprimentos.
- As diretrizes alimentares de 2025-2030 reforçam o consumo de laticínios integral como parte de uma dieta saudável, contrastando com orientações anteriores.
- A medida afeta aproximadamente 30 milhões de alunos matriculados no programa de refeições escolares.
Whole milk retorna aos refeitórios escolares dos EUA após a assinatura de uma lei pelo presidente. A norma autoriza leite integral e 2% em cafeterias ligadas ao National School Lunch Program, suspendo limites impostos durante o governo anterior. A medida também pode abrir espaço para bebidas não lácteas, desde que atendam aos padrões nutricionais.
A assinatura ocorreu em cerimônia na Casa Branca, com a presença de legisladores, produtores de leite e famílias. A iniciativa facilita oferecer opções de leite integral e 2%, além das opções desnatadas já previstas desde 2012, com a possibilidade de incluir bebidas não láticas que atendam aos critérios.
Detalhes da lei e impactos
O texto permite que escolas mantenham uma variedade de opções de leite, incluindo integral, 2%, 1%, sem lactose e alternativas não lácteas que atendam aos padrões nutricionais. Além disso, exige que as escolas ofereçam uma alternativa não láctea mediante consentimento dos pais.
Pode entrar em vigor já neste outono, mas autoridades de nutrição escolar e da indústria de laticínios admitem que a implementação pode variar conforme a demanda e a cadeia de suprimentos. Aproximadamente 30 milhões de estudantes devem ser atingidos pelas mudanças.
Contexto e orientações oficiais
A decisão coincide com as Diretrizes Dietéticas para Americanos 2025-2030, que sugerem o consumo de laticínios com gordura total como parte de uma dieta equilibrada. O governo anterior defendia reduções de gordura para combater a obesidade infantil.
Especialistas ressaltam que não há consenso sobre benefícios únicos do leite integral em comparação com o desnatado. Alguns estudos associam menor probabilidade de obesidade entre crianças que consomem leite integral, embora a relação não seja conclusiva.
Repercussões e próximos passos
As escolas deverão oferecer uma variedade de opções de leite, incluindo versões orgânicas ou convencionais com diferentes teores de gordura, além de bebidas não lácteas que atendam aos padrões. A decisão altera a política de nutrição escolar para milhões de alunos, sem impedir escolhas atuais.
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