- O governo retirou uma emenda ao projeto de lei de accountability pública (Hillsborough) após críticas de campanhas e deputados.
- O objetivo do texto é obrigar funcionários públicos e contratados a dizer a verdade após desastres.
- Emendas apresentadas na quarta-feira incluíam agentes de espionagem no alcance da lei, sujeitando-se à aprovação do chefe do serviço, o que gerou preocupação sobre um eventual opt-out.
- O governo decidiu não levar adiante a emenda na segunda-feira e trabalhar com campanhas e famílias para apresentá-la novamente no Lords.
- Mais detalhes devem ser anunciados em breve.
O governo retirou uma emenda ao projeto de lei sobre responsabilidade pública, conhecido como Hillsborough law, diante de críticas de campanhas e deputados. A mudança prevista visava ampliar o alcance da lei para incluir agentes de espionagem, sujeita à aprovação do chefe da respectiva instituição.
Segundo as críticas, a proposta permitiria que o alto escalão de serviços de segurança decidisse se deveria divulgar informações, enfraquecendo o objetivo de exigir veracidade após desastres. Campanhas e familiares das vítimas sustentam que a emenda abriria brechas para esconder informações.
A emenda foi apresentada na quarta-feira, com a ideia de abranger espiões. Representantes de campanhas afirmam que a medida criaria um opt-out para oficiais seniores, dificultando a transparência. Os autores da lei negam, afirmando que os detalhes seriam aprovados pelos serviços.
Nessa etapa, o governo informou que não avançará com a emenda na atual rodada e buscará ajustar o texto em colaboração com campanhas e familiares, para levar o tema ao Parlamento na parte de conversação com a Câmara dos Lordes. O objetivo é manter o colegiado informado sobre as alterações previstas.
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