- A líder conservadora Kemi Badenoch escreveu a deputados conservadores para afirmar que o partido continua na direita, mesmo após três deserções para Reform UK.
- Ela pediu que o grupo evite psicodrama, intriga e rupturas internas, dizendo que alguns assessores de deputados estariam of record contra o partido.
- Badenoch reuniu-se com grupos de MPs na segunda e deve falar com toda a bancada na quarta, após as deserções de Zahawi, Jenrick e Rosindell em uma semana.
- A tempo, ela afirmou que as deserções são um atraso, não uma mudança de centro, e que não envolvem diferenças de políticas, mas de caráter.
- Também criticou Jenrick por permanecer como deputado e vice-líder shadow, enquanto mantinha conversas com Farage, e avaliou que a chegada de novos deserters ao Reform não os tornará um centro-direita estável.
Kemi Badenoch enviou uma carta aos deputados conservadores afirmando que o partido permanece à direita, mesmo com três deserções em uma semana. A líder tory sustenta que não houve movimento em direção ao centro, e adverte sobre quem tenta minar o partido de dentro para fora.
Na mensagem, a ministra ressalta a necessidade de evitar “psicodrama” e intrigas que possam dividir a bancada. Ela afirma que funcionários de alguns assessores estão difundindo informações como se fossem fontes conservadoras.
Badenoch entrará em contato com grupos de MPs na segunda e falará com toda a bancada na quarta, após as deserções de Zahawi, Jenrick e Rosindell. Ela descreve as saídas como um revés, não um sinal de mudança ideológica.
Defecções e reação interna
A ex- mp Zahir Zahawi migrou para Reform UK há uma semana. Na quinta, Jenrick, ex-secretário de Justiça, também ingressou em Reform após manter conversas com Nigel Farage. Rosindell deixou o cargo no domingo, citando objeções ao acordo sobre as Ilhas Cagós.
Badenoch criticou Jenrick por permanecer como MP e sombra por meses enquanto conversava secretamente com Farage. Diz que confiança e trabalho em equipe são essenciais em um partido que busca chegar ao governo.
Ela também questionou a justificativa de Rosindell para a saída, afirmando que as objeções dele ao acordo com as Ilhas Cagós não resistem a escrutínio. A líder afirma que Reform enfrentará contradições internas com a ajuda de novos desertores.
A chefe conservadora destacou que as deserções não refletem políticas ou ideologias, mas “caráter”. Mesmo com pesquisa de apoio ruim, a legenda é vista como criariar uma resposta firme do partido.
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