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Nova-iorquinos pedem impeachment de Trump em protesto contra fascismo

Centenas de nova-iorquinos protestam em frente à Trump Tower, pedindo impeachment e alertando sobre recuo de direitos civis, imigração e Groenlândia

Manifestantes protestam contra o ICE em Minneapolis 20/01/2026 REUTERS/Seth Herald
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  • Centenas de nova-iorquinos protestaram em frente à Trump Tower, em Manhattan, pedindo impeachment do presidente e denunciando o que chamam de fascismo crescente.
  • O ato ocorreu ao completar um ano desde a volta de Donald Trump à Casa Branca para o segundo mandato, com cartazes como “Impeachment já” e “A Groenlândia é dos groenlandeses”.
  • May, de 84 anos, disse estar horrorizada com as ações do presidente, apontando recuo de cinquenta anos nos direitos civis, tratamento de imigrantes e a anexação da Groenlândia.
  • Marge, de 82 anos, afirmou estar aterrorizada com o estado do país e criticou o tratamento a imigrantes; Tom, de 30 anos, destacou surpresa com a possível anexação da Groenlândia.
  • Trump tomou posse em 20 de janeiro de 2025; o início do segundo mandato é descrito como marcado por medidas drásticas que afetaram políticas internas e externa e alianças.

Centenas de nova-iorquinos se reuniram em frente à Trump Tower, em Manhattan, para protestar contra o que classificam como aumento de autoritarismo. O ato ocorreu em meio ao terceiro ano do segundo mandato de Donald Trump, que retornou à Casa Branca em 2025.

Os manifestantes ergueram cartazes com mensagens de impeachment e críticas a políticas internas e externas. Entre os temas destacados estavam direitos civis, tratamento a imigrantes e a ideia de anexar a Groenlândia aos Estados Unidos.

Apesar do frio intenso, com sensação térmica negativa, o grupo permaneceu na via por cerca de uma hora. Idosos foram os primeiros a deixar o local, mas parte dos participantes mais jovens permaneceu até o encerramento da manifestação.

A ativista May, de 84 anos, contou que está preocupada com o futuro dos netos e com o recuo de décadas de direitos civis. Ela também ressaltou a dificuldade de lidar com a situação imigratória e com as propostas de política externa mencionadas no protesto.

Outra participante, Marge, de 82 anos, afirmou estar comovida pela gravidade do momento, destacando o que chamou de tratamento desumano aos imigrantes e o impacto na sociedade.

Tom, de 30 anos, ingressou na manifestação para protestar contra o que consideram fascismo crescente. Ele mencionou surpresa com a proposta de anexar a Groenlândia, que segundo ele sinaliza ruptura com aliados tradicionais.

O ato coincide com a posse de Trump como o 47º presidente, em 20 de janeiro de 2025, após ter governado de 2017 a 2021. O primeiro ano do novo mandato tem sido marcado por medidas que alteram políticas internas e relações externas.

Contexto e desdobramentos

O protesto em Nova York destacou uma percepção de ruptura com a ordem internacional vigente e com alianças históricas. Os organizadores também mencionaram críticas a políticas de imigração e às ações de governo. O evento reforça a polarização política que persiste nos EUA desde a retomada do poder por Trump.

A reportagem não registra incidentes de violência ou prisões durante a manifestação. Os organizadores ressaltaram a importância de expressar discordâncias de forma pacífica e dentro do direito constitucional de manifestação.

Fontes locais confirmam a realização do protesto em via pública, com cobertura de imprensa da cidade e identificação de apoiadores das pautas apresentadas. Não houve informações oficiais sobre números exatos de participantes.

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