- Caminhada da Liberdade, iniciada pelo deputado Nikolas Ferreira, percorre duzentos e quarenta quilômetros de Minas Gerais ao Distrito Federal, começando em Paracatu às 7h30 de segunda-feira, 19, com previsão de chegar a Brasília ao meio-dia de domingo, 25.
- O objetivo é engajar políticos e mobilizar apoiadores para a situação prisional de Jair Bolsonaro e de condenados do oito de janeiro, além de atrair caravanas e manifestantes de várias regiões.
- Dezenas de parlamentares e simpatizantes aderiram, incluindo deputados André Fernandes, Gustavo Gayer, Luciano Zucco, Carlos Jordy e Zé Trovão, além de senadores Magno Malta, Márcio Bittar e Cleitinho; outros devem se somar.
- O ato final, antes previsto em frente ao presídio da Papuda, foi transferido para a Praça do Cruzeiro, com vigília na Praça dos Três Poderes e coordenação de lideranças como a deputada Bia Kicis.
- Analistas veem a caminhada como sinal de retorno de grandes protestos de rua e esperam impactar o debate político e a mobilização da direita em torno de pautas conservadoras.
A Caminhada da Liberdade, movimento iniciado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), ganhou destaque nas redes e ganhou apoio de apoiadores e figuras públicas. A ação visa cobrar pautas da oposição e defender condenados no caso 8 de janeiro.
A marcha percorre 240 quilômetros de Minas Gerais ao Distrito Federal. O trajeto começou às 7h30 de segunda-feira (19) no acostamento da BR 040, em Paracatu (MG). A chegada a Brasília está prevista para o meio-dia de domingo (25).
O objetivo declarado é mobilizar apoio à defesa de Bolsonaro e de aliados julgados, além de atrair caravanas de outras regiões do Brasil. O ponto final foi alterado por segurança, saindo da Papudinha para a Praça do Cruzeiro, no Eixo Monumental.
Participação de parlamentares e apoiadores
Dezenas de deputados já se integraram à marcha, entre eles André Fernandes (CE), Gustavo Gayer (GO), Luciano Zucco (RS), Carlos Jordy (RJ) e Zé Trovão (SC), todos do PL. Outros apoiadores incluem senadores e representantes de partidos aliados.
Entre os que aparecem na linha de frente estão Magno Malta (PL-ES), Márcio Bittar (PL-AC) e Cleitinho (Republicanos-MG), além de Marcos do Val (Podemos-ES). A expectativa é ampliar adesões ao longo do percurso.
O movimento recebeu apoio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por mensagem telefônica, e houve encontro rápido entre Nikolas e Carlos Bolsonaro (PL-SC) durante a viagem. A coordenação do ato final ficou com lideranças locais.
Contexto e justificativas
Nikolas disse ter recebido inspiração para a caminhada e citou Martin Luther King como referência histórica. Ele afirma responder a críticas contra políticos e buscar enfrentar a sensação de impotência diante de injustiças.
Desde o início, a ação contou com registros diários em redes sociais e registros de participações em cidades de passagem. Também houve participação de jovens articulados em candidaturas de direita ao Congresso.
Organização e desdobramentos
Segundo a PRF, a condução da caminhada não foi comunicada com antecedência, havendo riscos no fluxo de tráfego. O parlamentar afirma ter enviado ofícios à PRF e à ANTT, que teriam registrado o recebimento.
A chegada a Brasília deve reunir apoiadores de várias regiões e pode estimular atos paralelos. A oposição ao governo Lula continua a tentar ampliar a pressão pública em temas escolhidos pela coordenação.
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