- O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, chefiou três empresas que somam dívida de 2,92 milhões de reais com a União, maior parte em débitos previdenciários; duas atuam no setor educacional e enfrentam problemas com o Ministério da Educação.
- As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo e confirmadas pela Gazeta do Povo.
- Uma das empresas, a GCF Construções e Empreendimentos Imobiliários, é administrada por uma assessora de Damião Feliciano, pai do ministro, que ganha pouco mais de 3,5 mil reais por mês no gabinete.
- Faciten e Unipb, controladas pela família, foram descredenciadas pelo MEC em 2025 por falhas na prestação de serviços; não podem solicitar novo credenciamento até novembro de 2027.
- Renato Feliciano, irmão de Gustavo, é o atual sócio-administrador da Unipb; ele afirmou ao jornal que o ministro não é mais sócio nem representante legal, e que as dívidas trabalhistas estão sendo negociadas caso a caso.
O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, está ligado a três empresas que acumulam uma dívida total de aproximadamente R$ 2,92 milhões com a União, com a maior parte em débitos previdenciários. A informação foi veiculada pelo jornal O Globo e confirmada pela Gazeta do Povo.
Duas dessas empresas atuam no setor educacional e enfrentam problemas com o Ministério da Educação. A reportagem ressalta ainda que Gustavo é filho do deputado federal Damião Feliciano, do União Brasil da Paraíba, e que uma das sociedades, a GCF Construções e Empreendimentos Imobiliários, é administrada por uma assessora do parlamentar.
As faculdades Faciten, da Natal, e a mantenedora Unipb, sediada em Campina Grande, também aparecem no contexto. O MEC descredenciou as instituições em 2025 por falhas na prestação de serviços, impedindo novo credenciamento até novembro de 2027. Renato Feliciano, irmão de Gustavo, é hoje o sócio-administrador da Unipb, segundo o jornal O Globo.
Entre na conversa da comunidade