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Camilo Santana cobra candidatura de Haddad em São Paulo

Camilo Santana defende Haddad em São Paulo, integrado ao projeto de Lula, enquanto Haddad resiste e Alckmin também descarta a empreitada

Brasília (DF), 01/07/2025 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participam do lançamento do Plano Safra 2025/26, no Palácio do Planalto. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu a candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo.
  • Camilo disse que Haddad teve papel importante em 2022 e representa algo “muito maior”, não podendo tomar decisões individualmente.
  • Ele afirmou que Haddad faz parte de um projeto de Brasil liderado pelo presidente Lula e que é preciso cumprir missões pela nação.
  • Camilo mencionou que Lula precisa de grandes palanques estaduais e citou o Rio de Janeiro como possível aliança com Eduardo Paes.
  • Para São Paulo, segundo ele, os principais postulantes seriam Haddad e Geraldo Alckmin, este último também tendo interesse em permanecer na vice-presidência.

Camilo Santana defende a candidatura de Fernando Haddad em São Paulo, apesar da insistência de Lula. O ministro da Educação sustenta que Haddad tem papel relevante e representa um projeto maior, não cabendo tomar decisões de forma isolada. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo.

Segundo Santana, Haddad já teve participação relevante em 2022 e hoje encarna um movimento nacional em apoio ao presidente Lula. O ministro ressalta que o momento exige cumprir missões que, muitas vezes, não são de interesse pessoal, mas alinhadas ao projeto do governo.

Santana também destacou a necessidade de palanques estaduais fortes para Lula, citando o Rio de Janeiro como exemplo de possibilidade de aliança com Eduardo Paes. Em São Paulo, os nomes citados como potenciais candidatos seriam Haddad e Geraldo Alckmin, este último segundo ele mesmo não confirmando a intenção de concorrer e querendo manter o papel atual.

Por fim, o ministro afirmou que a escolha está centrada em uma missão maior, sem depender de vitórias individuais. O objetivo, segundo ele, é colocar o projeto nacional acima de disputas pontuais, mesmo que o resultado dependa de cenários ainda incertos.

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