- O PT, segundo Edinho Silva, busca maioria no Senado em 2026 para impedir tendências autoritárias e defender a estabilidade democrática, com alianças amplas, inclusive com nomes fora do PT.
- Ele afirma que uma maioria oposicionista pode gerar pedidos de impeachment de ministros do Judiciário e travar indicações para cargos estratégicos, causando instabilidade.
- O partido está aberto a apoiar candidatos do campo democrático, independentemente da sigla, desde que defendam a democracia; Marina Silva aparece como opção com portas abertas.
- Edinho classifica a ascensão do pensamento fascista no Congresso e defende reformas no Judiciário para fortalecer instituições democráticas.
- Também destaca que alianças estaduais serão decisivas para ampliar chances de vitória de Lula e barrar retrocessos institucionais, mantendo autonomia de decisão de Geraldo Alckmin para 2026.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que a sigla busca construir uma maioria no Senado para conter tendências autoritárias e proteger a democracia nas eleições de 2026. A estratégia envolve alianças amplas, inclusive com quadros de outros campos políticos, para eleger parlamentares comprometidos com o regime democrático.
Edinho destacou que uma maioria com viés antidemocrático pode gerar instabilidade política. Segundo ele, pedidos de impeachment de ministros do Judiciário e entraves a indicações estratégicas colocariam em risco o funcionamento de órgãos e da política externa brasileira.
Além disso, o dirigente afirmou que o PT está aberto a apoiar candidatos do campo democrático, independentemente da sigla, desde que defendam a estabilidade institucional. O objetivo é derrotar o pensamento autoritário no Senado.
Marina Silva tem portas abertas
Segundo Edinho, o PT busca fortalecer o campo democrático e impedir avanços de grupos que defendem soluções autoritárias. O tema envolve até mesmo a participação de Marina Silva (Rede) caso haja disposição de ambas as partes para a cooperação.
Edinho disse que Marina é uma liderança relevante para o debate nacional e que o PT está dialogando com ela. Caso haja interesse, o partido afirma que a porta de entrada está aberta para recebê-la de volta aos quadros.
Autonomia de Geraldo Alckmin
O vice-presidente Geraldo Alckmin manterá total autonomia para escolher o cargo que pretende disputar em 2026. Edinho ressaltou que a escolha reflete o respeito à trajetória dele dentro da coalizão governista.
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