- A Democracia Cristã lançou neste sábado a pré-candidatura de Aldo Rebelo à Presidência, em evento realizado em São Paulo.
- Rebelo critica a ausência de projetos para explorar recursos naturais no Brasil e aponta entraves burocráticos, atribuídos à interferência de ONGs e ao ativismo ambiental.
- Ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Rebelo deixou a esquerda e se alinhou à direita, filiou-se à Democracia Cristã e passou a figurar como candidato após o afastamento de Eymael.
- O pré-candidato também atacou o Supremo Tribunal Federal pela suposta ingerência nos Poderes Executivo e Legislativo, defendendo menos protagonismo da Corte.
- Ele destaca a importância da agricultura para a economia, critica a desindustrialização e cita a Amazônia e a mineração como áreas estratégicas, além de questionar políticas de demarcação pela Funai.
O Democracia Cristã lançou neste sábado em São Paulo a pré-candidatura de Aldo Rebelo à Presidência. O evento oficial ocorreu na capital paulista, com Rebelo apresentando propostas e visão de governo. Ele criticou entraves que, segundo ele, impedem a exploração de recursos naturais no país.
Rebelo foi ex-ministro nos governos Lula e Dilma e hoje é filiado à DC. O ex-deputado já passou por defender pautas de soberania nacional e se colocou contra o que chama de interferência de ONGs e do ativismo ambiental nas políticas públicas.
Durante o ato de lançamento, o ex-ministro afirmou que o Brasil precisa recuperar a capacidade de usufruir de suas riquezas, com especial atenção à região amazônica. Ele também destacou a liderança brasileira em minerais críticos de terras raras, ao lado da China.
O pré-candidato afirmou que a atual política federal contribui para a suposta destruição da fronteira mineral e agrícola na Região Norte. Rebelo criticou a Funai por demarcar terras sem a presença de comunidades, segundo ele, e questionou áreas destinadas à produção agrícola.
Rebelo ressaltou a importância da agroindústria e da agropecuária para a geração de empregos formais. Segundo ele, o Brasil encara um processo de desindustrialização, que estaria sendo compensado apenas pela manutenção do setor rural.
O ex-ministro também criticou o Supremo Tribunal Federal, apontando suposta insegurança institucional. Ele afirmou haver um desbalanceamento entre os poderes e citou casos de nomeações, decisões do Congresso derrubadas pela Corte e a percepção de um protagonismo excessivo do STF.
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