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Câmara de SP volta com 14 de 55 vereadores como pré-candidatos

Câmara paulista tem 14 vereadores pré-candidatos a cargos em Brasília e dois à Alesp, apontando possível rodízio de suplentes

Câmara Municipal de São Paulo
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  • A Câmara Municipal de São Paulo começa 2026 com pelo menos 14 dos 55 vereadores apontados como pré-candidatos a vagas em Brasília nas eleições de outubro, além de dois nomes que podem disputar a Alesp.
  • O deputado federal mais votado em 2024, Lucas Pavanato (PL), é visto nos bastidores como possível candidato, embora o gabinete afirme que ainda não está confirmado. Ele teve 160 mil votos no pleito anterior.
  • Ana Carolina Oliveira (Podemos), a vereadora com a segunda maior votação na casa, pode deixar a capital para concorrer a Brasília, apesar de não desejar abrir mão do mandato no momento.
  • Outros nomes citados como pré-candidatos a deputado federal são Adrilles (União Brasil), Cris Monteiro (Novo), Danilo do Posto de Saúde (Podemos), Eliseu Gabriel (PSB), Sandra Alves (União Brasil), Rubinho Nunes (União Brasil), Sandra Tadeu (PL), Sargento Nantes (PP) e Zoe Martínez (PL).
  • Ao Senado, Amanda Vettorazzo (União Brasil) e Alessandro Guedes (PT) já manifestaram interesse; Amanda pode concorrer pelo Movimento Missão, dependendo de liberação da sigla.

A Câmara Municipal de São Paulo retorna hoje para a primeira sessão de 2026 com pelo menos 14 vereadores já sinalizando pré-candidatura a cargos em Brasília nas eleições de outubro, além de dois nomes que podem disputar vagas na Alesp.

A maior candidata a votos entre os atuais vereadores é mencionada como possibilidade de ocupar uma vaga federal, segundo apurações de bastidores. O gabinete de Lucas Pavanato (PL) afirma que ainda não há confirmação, mas há expectativa de que ele busque uma cadeira na Câmara dos Deputados após receber 160 mil votos em 2024.

Ana Carolina Oliveira (Podemos), a vereadora com a maior votação na casa, nega definição sobre disputa, mas também é apontada como potencial candidata a Brasília. Ela teve quase 130 mil votos em 2024, destacando-se pela expressiva votação.

Além deles, nomes como Adrilles (União Brasil), Cris Monteiro (Novo), Danilo do Posto de Saúde (Podemos), Eliseu Gabriel (PSB), Sandra Alves (União Brasil), Rubinho Nunes (União Brasil), Sandra Tadeu (PL), Sargento Nantes (PP) e Zoe Martínez (PL) aparecem como pré-candidatos a deputado federal.

Dois nomes já aparecem com interesse declarado em disputar o Senado: Amanda Vettorazzo (União Brasil) e Alessandro Guedes (PT). A candidatura de Amanda depende de alinhamento com o União para troca de sigla, sobretudo pelo apoio ao movimento Missão.

Pela lei eleitoral, vereadores não precisam deixar a Câmara para concorrer a Brasília. Ainda assim, é provável que muitos optem pela saída para dedicar-se integralmente às campanhas, o que pode abrir vagas de suplentes nos próximos meses.

Alesp na mira

Entre quem pode trocar a Câmara pela Assembleia Estadual, aparecem Marina Bragante (Rede), Keith Lima (PSOL) e Sonaira Fernandes (PL). O PT informou oficialmente que não tirará vereadores para disputar, mas há pressão para que Nabil Bonduki avalie uma candidatura federal.

Apesar do interesse público, apenas dois vereadores confirmaram planos de disputar em outubro: Keit e Rubinho. Demais nomes consideram a possibilidade, mas ainda não o anunciaram oficialmente.

A Câmara aprovou 471 projetos de lei em 2025, número superior aos anos anteriores e ao total de 2023. Em 2024, houve 196 propostas, registrando melhora relevante. A liderança de Ricardo Teixeira (União) reforçou o vínculo com a prefeitura e mantém o plenário sob controle.

A provável reeleição de Teixeira fortalece a interlocução com o prefeito e pode influenciar pautas como o retorno do plenário online, alvo de críticas da oposição por reduzir o debate.

A situação política nacional pode influenciar o cenário local. A possibilidade de múltiplos candidatos da direita à presidência pode provocar afastamentos de alguns bolsonaristas, afetando o ritmo de projetos municipais no primeiro semestre.

Hoje, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) mantém maioria na Casa. A oposição, formada por PT e PSOL, soma 14 das 55 cadeiras, mas não chega a barrar totalmente propostas da base governista.

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